Paulo Cintra Gomes

Paulo Cintra (1955, Lisboa) frequentou o curso de Pintura na Escola de Belas Artes de Lisboa, dois cursos no Instituto Português de Fotografia, o Curso de Formação Artística na Sociedade Nacional de Belas Artes e dois workshop na SINAR (Schaffhausen, Suiça). Fez parte da companhia Teatro da Cornucópia e fotografou espetáculos de 1973 a 2010. Fotografou espetáculos de criadores como Luis Miguel Cintra, Cristina Reis, Jorge Silva Melo, Osório Mateus, Christine Laurent, Filipe La Féria e Manuel Cintra.

Fundou, com Laura Castro Caldas e Pedro Calapez, uma empresa de fotografia que se dedicou a pintura, escultura, arquitetura, museus, galerias de arte, património e também espetáculos de teatro. Hoje a empresa ainda existe com os membros fundadores Paulo Cintra e Laura Castro Caldas.

Pedro Figueiredo

Pedro Figueiredo (1978, Porto) fez uma formação em Coimbra mas é predominantemente um autoditata na área da fotografia. No âmbito das artes performativas colabora regularmente com o Teatro do Bolhão, com a ACE – Escola Profissional de Artes do Espectáculo, Balleteatro, Fundação Serralves. Colaborou pontualmente com: a Turma; Público Reservado; O Rumo do Fumo; Teatro do Campo Alegre. 

Pedro Medeiros

Nasceu em Fevereiro de 1969.

Entre 1993 e 1999, foi membro do Centro de Estudos de Fotografia e dos Encontros de Fotografia de Coimbra. Em 1997 ingressou na Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual e na Escola de Fotografia MauMaus, em Lisboa, prosseguindo os seus estudos em Londres, no London College of Printing (2000-2001) como Bolseiro do Ministério da Cultura/Centro Português de Fotografia.

Fotógrafo freelancer desde 1999.

Realizou trabalho de investigação – encomenda fotográfica – projetos de exposição e edição com diversas instituições e empresas – nomeadamente: Ministério da Cultura/Centro Português de Fotografia – Coimbra 2003 – Capital Nacional da Cultura – Fundação Cidade de Guimarães – Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura – Câmara Municipal de Coimbra – Universidade de Coimbra – CES – Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra – Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra – Direção Regional de Cultura do Centro/Ministério da Cultura – Museu Nacional de Arte Antiga – Faculdade Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra – Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra – FEUC – Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra – PRO URBE – Associação Cívica de Coimbra – Saúde em Português – Associação de Profissionais de Cuidados de Saúde Primários dos Países de Língua Portuguesa – OTSH – Observatório do Tráfico de Seres Humanos do Ministério da Administração Interna – Associação Existências – Projeto de Prevenção e Saúde Pública – Direcção-Geral dos Serviços Prisionais/Estabelecimento Prisional de Coimbra – Teatro Académico de Gil Vicente – Fundação Inês de Castro – Festival das Artes de Coimbra – CITEMOR – Festival de Teatro de Montemor-o-Velho – Embaixada de Portugal em Tóquio – Universidade de Estudos Estrangeiros de Tóquio – Universidade de Estudos Estrangeiros de Quioto – Bluepharma – Indústria Farmacêutica – S.A.

Exposições em Portugal – Espanha – Inglaterra – Grécia – Ucrânia e Japão.

Rui Serra Ribeiro

Rui Serra Ribeiro (Lisboa, 1960)

Em 1985 iniciou a sua formação profissional de fotografia no Ar.Co em Lisboa. Em 1990/91, trabalhou como profissional na empresa Quatro ponto Quatro, publicidade e design industrial, realizando trabalhos de fotografia de produto, para marcas reconhecidas, Crisal Atlantis(cristais), Solvay (indústria química), UMM (indústria automóvel), Câmara Municipal de Lisboa (turismo) e outras.

Para o designer Henrique Cayatte, realizou fotografia documental das suas ilustrações nas Edições Caminho e o espólio do Arquitecto Cassiano Branco com exposição no Cine-Teatro Éden em Lisboa.

Todos estes trabalhos foram realizados em estúdio com câmeras analógicas de médio formato 6×6 Hasselblad e formato 9×12 Linhof.

Já na era digital, de 2010 à presente data, trabalha como fotógrafo e foi formador de cursos de iniciação e profissionais na ETIC e na ALFA em Faro, no Centro de Artes e Ofícios em São Brás de Alportel e na Casa da Juventude de Olhão.

No Algarve, o fotógrafo já expôs na Galeria ARCO, Galeria Adérita e Teatro Lethes.

Tem trabalhos de fotografia de autor publicados na prestigiada revista Egoísta.

A exposição “Saudade Guitarra Portuguesa” no teatro Lethes em Faro, foi prefaciada e apadrinhada pelo Mestre António Chaínho que abrilhantou o evento com um recital de Guitarra Portuguesa e a sua presença no programa da RTP1 Praça da Alegria.

Para além do trabalho pontual na área das artes performativas Rui Serra Ribeiro faz fotografia de autor, fotografia de casamento, eventos e fotografia comercial.

Sofia Berberan

Sofia Berberan (Lisboa, 1980) é Licenciada em Filosofia e de momento frequenta o Mestrado em Artes Cénicas da FCSH-UNL. Fez o Curso Profissional Fotografia no Instituto Português de Fotografia.

Iniciou o seu percurso enquanto fotógrafa em 2010, colaborando com o actor e criador Paulo Lage. É fotógrafa residente do Teatro GRIOT desde 2013. O tempo e a estabilidade da relação permitiram pensar as imagens do ponto de vista técnico e político. A companhia que é constituída somente por actores e actrizes negros ocupa um lugar de intervenção que reflecte essa característica.

Outras relações que se podem destacar são as mantidas com a Imagerie Casa de Imagens e com o Festival de Teatro Mindelact. Se por um lado a Imagerie a permite experimentar técnica e conceptualmente as possibilidades da imagem fotográfica, por outro lado o Mindelact proporciona o tempo necessário para o desenvolvimente de um trabalho consistente no âmbito da performatividade da imagem fotográfica. Na edição de 2021 o Mindelact programa uma performance de Sofia Berberan em parceria com a criadora Luanna Jimenes, bem como uma residência artística.

Susana Neves

Susana Neves (Valongo, 1979) tem um Bacharelato em Fotografia pela ESAP (2000) e uma Licenciatura Bietápica em Arte e Comunicação – Ramo Fotográfico pela ESAP. A longa e regular colaboração com inúmeras companhias, festivais, etc. colocam a fotografia de artes performativas a sua actividade profissional principal. No entanto, a carreira de Susana Neves passa também pela fotografia documental e pelo retrato. Das suas colaborações regulares destacam-se pelo número de anos de colaboração e de espectáculos fotografados o FITEI – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica e o TNSJ – Teatro Nacional São João.
Já expõe trabalho fotográfico seu desde 2001: “Teatro sem fim nem início”, no Museu das Marionetas do Porto, 2020 “Ensaio Geral”, no Fórum Cultural de Ermesinde, 2019 “Astro Homus”, no Observatório de Genebra, 2016 “Astro Homus”, na Biblioteca Municipal de Albergaria-a-velha; no Planetário do Porto; na Mina de Ciência – Centro de Ciência Viva do Lousal; no Centro Cultural de Paredes de Coura; na Torre da Cadeia Velha, em Ponte de Lima, 2015 “Astro Homus”, no Planetário do Porto e na Casa da Seda – Centro Ciência Viva de Bragança, 2014 “ai Maria”, 42 retratos de mulheres do Centro Histórico do Porto e de Lusófonas na cidade, afixados pelas ruas e mupis da cidade do Porto e de Vila Nova de Gaia, 2012 “Atrás da Farsa”, Centro Português de Fotografia, 2012 “ai Maria”, 25 retratos de mulheres do Centro Histórico do Porto e de Lusófonas na cidade, na Estação de Metro do Bolhão, 2012 “Olha lá”, 50 retratos de moradores do Centro Histórico do Porto e de Lusófonos na cidade, afixados pelas ruas e mupis da cidade do Porto, 2011 “Paixão Pela Grande Música”, na Sede da Orquestra Metropolitana de Lisboa [AMEC], 2007. Publicou em 2015 em parceria com o astrónomo Pedro Figueira, o livro Astro Homus, em que revela os bastidores da Astronomia.

Susana Pereira

Susana Pereira (Lisboa, 1974) Estudou fotografia na Oficina da Imagem e na ETIC e destaca no seu percurso os workshops com Joel Santos, Susana Paiva e Luís Afonso. 

Começou a fotografar dança em 2015, numa produção Vo´Arte e Companhia Nacional de Bailado, com a dupla de coreógrafos São Castro e António Cabrita (ACSC), com estreia na Culturgest. Destaca no seu trabalho o interesse no acompanhamento dos ensaios de dança ainda em fase de criação da obra, para além do ensaio geral e da estreia em palco –  É o conhecimento aprofundado da obra e as pequenas interacções estabelecidas em fase de ensaio que lhe dão o á vontade e a capacidade de registar o que mais lhe interessa – o Movimento e O Momento!  

Destaca o trabalho desenvolvido no Festival Cumplicidade (Festival Internacional de Dança Contemporânea) e os seguintes coreógrafos e companhias de dança: CNB (Companhia Nacional de Bailado), CPBC (Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo), de Vasco Wellenkamp, ACSC (António Cabrita e São Castro); Ordem do Ó (Pedro Ramos), Daniel Gorjão e Paulo Ribeiro. 

Fotografou pontualmente alguns concertos : Dia Mundial da Voz (2019); Festival Iminente (2019) e Concertos de Natal e Passagem de ano ( TNSC, 2020/21).

Tânia Araújo

Tânia Araújo (1980, Lisboa) é licenciada em Audiovisual e Multimédia na Escola Superior Comunicação Social. Tem o curso Profissional de Fotojornalismo pelo CENJOR. Fez várias formações e workshops de Fotografia sendo muitos deles realizados no Movimento de Expressão Fotográfica (MEF).

Entre 2012/2020 foi produtora dos Workshop de Fotografia Documental na República da Armênia, Índia, Marrocos, São Tomé e Príncipe, China, Cuba, Moçambique e Irão. Em 2012 realizou uma formação pedagógica e fotográfica no Centro Madre Trindade em Dilor – Timor-Leste. Jovem Criadora selecionada para representar a comitiva portuguesa no 1º Congresso Internacional da Juventude “Great Silk Way”, Baku – Azerbaijão, 2012. Desde 2003 faz parte dos órgãos diretivos do MEF – Movimento de Expressão Fotográfica. Em 2011 realizou uma residência artística pela Scoala de Poetica Fotografica “Francisc Mraz”, em Bucareste e uma residência artística no projeto EVA – Exclusão de Valor Acrescentado – Bairro da Bela Vista, em Setúbal, a convite do Clube Português de Artes e Ideias, financiado pelo Programa Escolhas e pela Secretaria de Estado da Cultura/ DGArtes.

Em 2009 e 2017 foi artista finalista nos Encontros de Imagem Braga. Foi jovem criadora selecionada na área de fotografia no Concurso Jovens Criadores em 2009 e 2010. 1º prémio jovem criador Aveiro 2011. Menção Honrosa da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira em 2010. 1º Prémio do Concelho da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira em 2005 e em 2008.

No âmbito das artes performativas fotografou há volta de duas centenas de espectáculos de teatro. Tem trabalhado assiduamente no FATAL – Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa desde 2008 e colaborou durante vários anos com A Barraca e a Companhia Teatral do Chiado.