Bruno José Silva

Bruno José Silva (Leiria, 1992) é Licenciado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa (FAUTL) em 2014. Em 2017, foi-lhe atribuída a Bolsa de Mérito na Formação Completa de Fotografia da HÉLICE, em Lisboa. Com base no seu background em arquitetura, usa esta formação como mote de investigação e construção de novos projetos, que podem adquirir diferentes dispositivos espaciais – instalação, vídeo e fotografia – procurando sempre questionar o estatuto da imagem, o seu potencial de fractura, a sua utilização e os mecanismo da sua produção. Entre as recentes exposições destacam-se “I Will Take The Risk” no Tomaz Hipólito Studio (Lisboa, PT), “Natureza do Espaço” no Espaço Porto Cruz (Porto, PT) com cur. Tiago Casanova e “Ta`avale” no HANGAR (Lisboa, PT), a exposição individual “Paisagens Desabitadas” na Câmara Escura (Torres Vedras, PT) com cur. Teo Pitella. Foi distinguido com uma menção honrosa pelo seu trabalho na JOV`ARTE Bienal Jovem 2019. Em 2020 é convidado em integrar o seu trabalho no projeto raum:residências artísticas online, organizado pelos alunos da Pós-Graduação em Curadoria da NOVA FCSH e Galerias Municipais/EGEAC. Desde 2017, paralelamente ao seu trabalho, colabora com a companhia de teatro Plataforma285 e com a criadora Ana Libório na criação de imagem para a comunicação, fotografia de cena e cenografia.

Carlos Fernandes

Carlos Fernandes (África do Sul, 1979) frequentou o Curso de Artes Plásticas na ESAD. O fotógrafo colaborou com a Companhia Paulo Ribeiro, Companhia Formiga Atómica, Lavrar o Mar e Dentro do Covil. A colaboração mais longa é mantida com a Trigo Limpo Teatro ACERT, tendo fotografado cerca de 30 espectáculos desde 2007.

Carlos Gomes

Carlos Gomes

Carlos Gomes (1973, Coimbra) é Licenciado em Artes Plásticas da ARCA-EUAC (1991) e fez estudos pós-graduados em Óptica e Lazer na UA (1996). Em 2015 frequentou a formação em regime de workshops de longa duração em Fotografia de Espectáculo oferecido pela Escola Informal de Fotografia e dirigido pela fotógrafa Susana Paiva. No ano seguinte participou na mesma Escola e com a mesma fotógrafa numa formação no mesmo regime de Memória e Imaginação.

Carlos Gomes conta com inúmeras publicações, entre elas Tempos de Identidade Vol. #01 (ed. God Publishing, 2020) e, enquanto co-autor, em 20 fotografias de rua (ed. Vieira da Silva, 2014-15). O fotógrafo participou em mais de uma dezena de exposições individuais e colectivas em território português, das quais se destacam as edicções de 2015 e 2016 de «Jardins Efémeros» em Viseu; «Eu não sou uma ilha» em 2017 no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz; «Palcografias» no Teatrão em Coimbra, em 2017.

Foi premiado com uma menção honrosa na 1ª edição de «Photo – Museu do Vinho da Bairrada» em 2014, venceu o 1º Prémio da Fotograf’arte – Memórias em 2014 e foi vencedor do ranking editorial do site de fotografia olhares.com em 2019.

Fotografa desde 2011 espectáculos performativos e fotografou desde cena a ensaios, retratos, bastidores e cenografia companhias e grupos como O Teatrão, Trincheira Teatro, Ricardo Correia – Casa da Esquina, Leirena Teatro.

Eduardo Pinto

Eduardo Pinto (Anadia, 1981) é um fotógrafo autodidata que tem fotografado e filmado regularmente produções da companhia A Escola da Noite desde 2010. Eduardo Pinto também fotografa espectáculos de música ao vivo.

Estelle Valente

Estelle Valente, 44 anos. Nascida em França, país com que mantém uma profunda ligação, a fotógrafa adotou Lisboa, de cujo sol diz não prescindir, de há 10 anos para cá. Em 2012 começou a fotografar a fadista Gisela João, que ainda hoje acompanha. Em 2015, iniciou uma colaboração com o Teatro Municipal São Luiz, onde fotografa ensaios, espetáculos e campanha de comunicação.

Filipe Figueiredo

Fotografia de Cena (em contexto de formação de Artes Performativas e Teatro Aberto). Fotojornalismo (Global Notícias) – Fotógrafo freelancer (publicidade – viagens – outros) 2004-2007.
Fotografia de autor.

Helena Gonçalves

Helena Gonçalves (1978, Portimão), é cofundadora do Black Box Atelier, um espaço dedicado à fotografia e criação, digitalização, pós produção, impressão e acabamentos. Finalista do Curso Avançado de Fotografia do Ar.Co, em Lisboa, em 2004.

É Professora de Fotografia no Ar.Co. escola de arte e comunicação em Lisboa e Almada, desde 2005, professora no departamento de fotografia, técnica e prática, acompanhamento de trabalho, impressão de fotografia a preto e branco em laboratório analógico, pós-produção em formato digital. É Professora de Fotografia no Atelier de Lisboa, escola de fotografia vocacionada para o trabalho fotográfico numa perspectiva autoral, desde 2018, professora de pós-produção em formato digital. É Professora de Fotografia na ETIC, pós-produção em formato digital no curso de fotografia.

Fotógrafa do Grupo de Teatro Útero, acompanhamento dos ensaios e espectáculos, criação de fotografias para cartazes e divulgação, desde 2000. Fotógrafa free lance para outras companhias, acompanhamento dos ensaios e espectáculos, criação de fotografias para cartazes e divulgação, criação de fotografias para cenário desde 2000. Participou em diversas exposições individuais e colectivas, desde 2003, em Portugal, Espanha, França, Itália e República Checa. O seu trabalho integra as colecções da Fundação EDP e da Fundação José Saramago, assim como diversas colecções privadas.

Hugo Bernardo

Hugo Fernando Henriques Mendes Bernardo, nasceu a 18 de janeiro de 1979 nas Caldas da Rainha. Até aos dezoito anos estudou em Rio Maior, concelho de residência, onde completou o décimo segundo ano de escolaridade. Na cidade de Leiria, entre 1997 e 2001, formou-se em Primeiro Ciclo e Educação Física. 

Concluída a licenciatura, lecionou em algumas escolas do distrito de Lisboa e, em 2003, aventurou-se pelo arquipélago dos Açores, tendo sido colocado na ilha do Pico, abraçando os desafios inerentes. Atualmente, reside na ilha Terceira e, desde 2007, que é docente na Escola Básica e Secundária Tomás de Borba. Foi nesta ilha que, em 2016, se iniciou no mundo fotográfico através da Formação Inicial em Fotografia. Desde então, tem participado em formações complementares no âmbito da fotografia de Retrato, de Rua, de Arquitetura, e também, de Edição. O seus grandes fascínios são fotografar histórias e performances de Dança, registando as emoções por elas evidenciadas. 

Efetuou vários registos fotográficos em viagens pelas ilhas açorianas, em estadias em diferentes continentes, bem como em espetáculos musicais, teatrais, entre outros eventos locais e, também histórias de casamentos e batizados.

Joana Dilão

Joana Dilão (Lisboa, 1978) fez o curso “A História e a Estética do Cinema” na IADE (1998); 1999 participou no Workshop de Realização de Documentários Criativos com Imagens de Arquivo ministrado por Malik Bensmail (1999) no Festival Internacional de Cinema de Avanca; participou no Workshop de fotografia de Cinema Ministrado por John Bayley na ESTC (2000); frequentou o Seminário “História das Ideias e das Imagens” ministrado por Ana Pinto (2001); frequentou o Curso de Fotografia Profissional na ETIC (1997-2000); Curso de Fotografia Comercial na ETIC (2000-2001); frequentou o Programa de Estudos Independentes, Artes Visuais da Associação Maumaus (2003-2007).

Joana contribuiu com fotografia para inúmeras publicações como para o Teatro Português Contemporâneo: Experimentalismo, Política e Utopia[Título Provisório] edição do TNDMII e da Bicho do Mato ou para o site Jogos Florais (poesia e crítica) onde também é responsável por trabalho vídeo. Participou também em exposições colectivas e individuais. Em 2001 ganhou o 3º prémio na área de fotografia da CenaD’arte

Quando iniciou a prática fotográfica em 1998 fazia fotografia de autor. Durante dois anos também fez fotojornalismo na área do ambiente e desde 2006 que faz fotografias de espetáculos. Enquanto fotógrafa de cena destaca-se o espectáculo “Top Models: Paula Sá Nogueira (um bestiário)” do Cão Solteiro, companhia da qual é produtora desde 2008. Desde 2009 Joana Dilão passou a conciliar o seu trabalho principal de produção com a fotografia de todos os espectáculos do Cão Solteiro.

João Paulo Serafim

João Paulo Serafim (Paris, 1974) frequentou o Curso em Fotografia do Ar.Co (1993/96), frequentou o Curso Avançado de Artes Plásticas também no Ar.Co (1997). Em 2005 fez o Curso de Fotografia do programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. Fez estudos pós-graduados em Arte Multimédia da Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2013/14). O artista visual tem participado em dezenas de exposições em Portugal e no estrangeiro. Foram atribuídas a João Paulo Serafim várias Bolsas, entre as quais se podem destacar as Bolsas de Apoio à Criação da Fundação Calouste Gulbenkian (2005 e 2012). Venceu, entre vários outros, o Prémio do Público no FUSO_Festival de Video Art (2019). É formador na área da Fotografia e tem sido Conferencista em várias instituições (Ar.co, ETIC, IADE, Atelier de Lisboa, IPT, Hélice, Lusófona).

Colabora em criações de Teatro e Dança desde 2007, enquanto co-criador. É também responsável por manipulação visual ao vivo, pela documentação e registo dos espectáculos. É também intérprete. As companhias com quem colabora de forma regular são o Teatro do Vestido e o Nome Próprio. Faz também fotografia de Arquitectura e de Exposições.