João Pedro Barriga Martins

João Pedro Barriga Martins (1995) foi fotógrafo e videógrafo, na companhia 33 Ânimos, nas peças Corpo Futuro e Fake News: Naked Fews de Ricardo Cabaça, assim como fotógrafo no projeto “Conversas” do Arquivo 237.

João Tuna

João Tuna (1967, Portalegre) é fotógrafo e realizador. João Tuna estudou fotografia, cinema e dramaturgia, na escola artística António Arroio, na Escola Superior de Teatro e Cinema e na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Com os mestres António Mercado e Jean-Pierre Sarrazac aprendeu escrita dramática. Iniciou em 1990 o seu percurso na área da fotografia, dedicando-se em exclusivo ao retrato e à fotografia de cena para teatro ou cinema. Realizou várias curtas-metragens, filmes institucionais e versões-filme de espectáculos de teatro; escreveu argumentos e peças de teatro. A sua primeira peça publicada, Dorme Devagar, estreou em Paris com o título Dort Doucement (2000). Em 2012 foi distinguido pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro pela sua carreira enquanto fotógrafo de teatro.

João Tuna fotografou mais de cinco centenas de espectáculos desde 1990, tendo colaborado com dezenas de companhias/festivais portugueses, entre elas pode destacar-se as colaborações com o Teatro Nacional São João. O fotógrafo é também responsável por telões e cartazes para cinema e programas de sala, agendas/cadernos de programação e livros de temporada. Em 2001, e no contexto do Festival PoNTI publicou PONTI 2001. Em 2012 o livro Todos os Fantasmas Usam Botas Pretas foi publicado. O seu trabalho tem também sido exposto no TNSJ, FNAC, TNDMII, Silo Auto – Matosinhos, Teatro da Comuna, CCB, Largo Residências, Festival TODOS.

José Carlos Duarte

José Carlos Duarte (Castelo Branco, 1971), aka José Júpiter, vive e trabalha em Lisboa. Licenciado em “Engenharia de Informática” e com uma pós-graduação em “Fotografia, Projeto e Arte Contemporânea”, trabalha maioritariamente na área das “Tecnologias da Informação”. Como fotógrafo, colabora regularmente com a companhia mala voadora e com os coreógrafos João dos Santos Martins e Tiago Cadete. Produz também regularmente imagens para o Arquitecto José Capela no contexto do seu trabalho como cenógrafo e director artístico da mala voadora. Foi professor de fotografia e expõe de forma irregular o seu trabalho autoral desde 2009.

José Pedro Fonseca Martins

José Pedro Fonseca Martins (S. João da Madeira, 1961) é fotógrafo e professor. O convívio desde a mais tenra idade com inúmero material fotográfico de seu pai – um apaixonado pela arte – bem como a sua influência foram motivos determinantes para o início da sua actividade sistemática como fotógrafo desde 1981. Faz orientação de workshop de fotografia, tendo feito a última orientação a 13 de Outubro de 2019 com o tema “CORPOS EM MOVIMENTO”, organizado em conjunto com “Devaneios – Delírios & Utopias” de Marta Ferreira e Acrobatic Project.

Desde 1981 participou em mais de três dezenas de exposições individuais e colectivas em Portugal e no estrangeiro. É autor premiado em inúmeros certames de fotografia e editado em alguns livros da especialidade. Possui ainda trabalhos publicados em revistas de fotografia nacionais e estrangeiras, em cartazes publicitários, em blogues, jornais e capas de livros. É o responsável pela criação, desenvolvimento e actualização do projecto fotográfico “Acrobatic Project” (https://www.facebook.com/AcrobaticProject) desde 03 de Abril de 2013 e mais recentemente do blog “4 Fotografias+1 Texto” em (https://jpedromartinsfotografia.wordpress.com). É o fotógrafo do Teatro Municipal de Vila do Conde, da LFA – Lafontana Formas Animadas | Companhia de Teatro, da Companhia “Coração nas Mãos” e dos espectáculos “Um porto para o Mundo”. Tem à sua responsabilidade a organização e curadoria do Foto VC, ciclo anual de exposições de fotografia que se realiza em Portugal, na cidade de Vila do Conde.

Luís Santos

Luís Miguel Figueiredo Santos nasceu em Tomar em 1974. Fez um curso de fotografia durante o
ensino secundário, bacharelato de Realização Plástica do Espetáculo e licenciatura
em Design de Cena, na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa.
Foi, desde 1998 e durante 20 anos, assistente de Cristina Reis, cenógrafa residente
e co-diretora do Teatro da Cornucópia, em Lisboa, tendo trabalhado em todos os
espetáculos da Companhia. Foi também fotógrafo de cena.
Tem trabalhado como cenógrafo, figurinista, aderecista e fotógrafo com os seguintes
criadores: Álvaro Correia, Ana Tamen, Carla Lopes, Carla Vasconcelos, Celso Cleto,
Diogo Infante, Guilherme Gomes, Inês Tarouca, João Guimarães, João Mota, João
Ricardo, Jorge Balça, José Caldas, José Mateus, Luca Aprea, Luis Miguel Cintra,
Matilde Trocado, Mário Redondo, Paula Gomes Ribeiro, Paula Pedregal, Paulo
Alves Pereira, Pedro Saavedra, Pedro Simões, Rute Rocha, Sissi Martins e Vasco
Wellencamp.
É professor na Escola de Artes da Universidade de Évora, na Escola Artística
António Arroio e na Inimpetus – Escola de Atores.
Membro da APCEN – Associação Portuguesa de Cenografia desde 2014 tendo
pertencido à Direção entre 2020 e 2022.

Magda Fernandes

Magda Fernandes (Porto, 1981) é uma artista visual e membro do atelier/coletivo Imagerie desde a sua fundação em 2008, onde desenvolve trabalho autoral, educativo, editorial e de pesquisa, com foco na área da fotografia experimental e dos processos alternativos. Frequentou o Curso de Fotografia e Laboratório a Preto e Branco Kamera Photo com João Carvalho de Sousa (2000), o Curso Profissional de fotografia do IPF (2005), com estágio profissional em fotografia de cena, e o Curso de desenvolvimento de projeto da Escola Informal de Fotografia de Espectáculo com Susana Paiva (2014). 

Destacam-se os seus projetos na área da formação em parceria com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, o MUHNAC, a Trienal de Arquitetura, o Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira ou a Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger.

Na área da edição independente, tem projetos como editora e autora de publicações (Coleção TOSCA, Arquivo das Imagens Não Vistas) e livros de artista (Coleção Conto Azul), patentes em coleções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro. Na área da publicação, destacam-se ainda colaborações com projetos fotográficos e/ou textos, com a revista de literatura ibero-americana Philos (Brasil), a revista Hand, Magazine for reproduction based art (EUA), a revista de fotografia contemporânea Propeller, a editora independente Huggly Books ou a editora Companhia das Ilhas (Portugal). Como autora de projetos fotográficos, tem trabalhos expostos individualmente em Lisboa, Amarante, Barreiro e Ponta Delgada e em coletivas em Setúbal, Porto, Vila do Conde, Lisboa, Espanha, México, EUA, Peru e Colômbia.

No âmbito das artes performativas fotografou pontualmente o Teatro da Garagem, o Teatro GRIOT e espetáculos do coreógrafo Luiz Antunes.

Margarida Araújo

Margarida Araújo (Lisboa, 1956) é formada em História tem vindo a dividir a sua vida profissional entre o ensino e a investigação. Neste âmbito tem desenvolvido estudos ligados à História da Cerâmica e da Azulejaria, à História da Fotografia, à História Local e à defesa do Património (membro fundador do PH -Associação Património Histórico). Paralelamente tem dedicado parte do seu tempo livre a fotografar. Não possuindo formação específica neste domínio tem aperfeiçoado gostos e conhecimentos técnicos com fotógrafos profissionais e amadores (Workshop de Retrato com Nanã Sousa Dias, 2005). Hoje em dia realiza diversos trabalhos profissionais e expõe regularmente. É membro fundador da Associação f2.8 – Colectivo Fotográfico. Tem obtido prémios em diversos concursos, participado em inúmeras exposições e publicações. Para além do trabalho de fotografia e vídeo nas artes performativas, maioritariamente em colaboração com o Teatro da Rainha, produz fotografia de autor, fotografia por encomenda e fotografias de produto (para museus ou colecções privadas). 

Margarida Dias

Margarida Dias (Lisboa, 1966), formou-se em 1989 em Fotografia no Ar.Co, onde ficou, a convite, enquanto Professora, até 2006. Exerceu docência também no Instituto de Artes e Ofícios da Universidade Autónoma de Lisboa.

No âmbito das artes performativas foi fotógrafa residente do Teatro Nacional D. Maria II de 2003 a Abril de 2010. Colaborou pontualmente com o Teatro da Trindade, Teatro Maria Matos, Teatro Meridional, Teatro dos Aloés e Escola de Mulheres.

Enquanto fotógrafa profissional colaborou com vários órgãos de comunicação social (Revista do Semanário Expresso (1992), Textos e Pretextos (Universidade de Lisboa), Revista A.23), agências de publicidade, ateliers de design, de decoração e de arquitectura. Conta com mais de 30 exposições individuais e várias colectivas e está representada em colecções públicas e privadas, quer no estrangeiro (Fondazione Italiana per la Fotografia – Turim, Itália), quer em Portugal (Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa; Encontros de Imagem – Braga; Colecção Culturgest; Colecção PLMJ – Sociedade de Advogados).

Paulo Abrantes

Paulo Abrantes (Luanda, 1969) iniciou a sua formação em 1988 no Centro de Estudos de Fotografia da Associação Académica de Coimbra, onde frequentou um Curso de Iniciação à Fotografia (analógica) e diversos workshops temáticos. Participou em diversos workshops e cursos de fotografia digital. Tem inúmeras publicações e exposições, tanto individuais como colectivas.
Fotografou cerca de meia centena de espectáculos, ensaios e bastidores do grupo de teatro O Teatrão.
Documentou diversos eventos de magia, nomeadamente espetáculos de rua e galas internacionais dos Encontros Mágicos de Coimbra (de1999 a 2020, exepto 2019), Lisboa Mágica (2008, 2009 e 2010) bem como o evento internacional ESSENTIAL MAGIC CONFERENCE (2010, 2011 e 2012) – entre outros.

Paulo Catrica

Paulo Catrica (Lisboa, 1965) estou Fotografia na Ar.Co (1984/85), licenciou-se em História na Universidade Lusíadas (1992). Em estudos pós-graduados é mestre em Imagem e Comunicação pela Goldsmith’s College (1997) e doutorado em Estudos de Fotografia pela Universidade de Westminster (2011). Foi bolseiro do Centro Português de Fotografia (1995), da Calouste Gulbenkian Foundation (2001) e da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2006/2010 & 2014/2019). É desde 2019 Investigador residente no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa.

O trabalho fotográfico de Paulo Catrica incide principalmente em fotografia de lugares, paisagem e arquitectura. Persiste no seu trabalho, que normalmente é composto por séries, a ideia de associar arquitectura (objecto) com contexto envolvente o uso quotidiano. Ensaiando assim a possibilidade de (re)criar um ‘lugar’ fotográfico, simultaneamente tangencial e simbólico da memória colectiva, como uma alegoria do lugar comum. Como autor, tem exposto e editado regularmente desde 1997. Foi autor de dois projectos de encomenda sobre Teatros para o Teatro Nacional de São Carlos e para o Teatro Nacional D. Maria II. Desenvolveu também um projecto para a Companhia Nacional do Bailado que nunca chegou a ser exposto e/ou editado.

Entre 1989 e 1992 fotografou a Oficina Coreográfica na Escola Superior de Dança em Lisboa e as encenações de Mário Feliciano do Teatro da Politécnica. Para além da fotografia de cena, material promocional e retratos de actores, foi responsável pontualmente por fotografia e vídeo para cenografia.