Pedro Figueiredo
Pedro Figueiredo (1978, Porto) fez uma formação em Coimbra mas é predominantemente um autoditata na área da fotografia. No âmbito das artes performativas colabora regularmente com o Teatro do Bolhão, com a ACE – Escola Profissional de Artes do Espectáculo, Balleteatro, Fundação Serralves. Colaborou pontualmente com: a Turma; Público Reservado; O Rumo do Fumo; Teatro do Campo Alegre.
Pedro Medeiros
Nasceu em Fevereiro de 1969.
Entre 1993 e 1999, foi membro do Centro de Estudos de Fotografia e dos Encontros de Fotografia de Coimbra. Em 1997 ingressou na Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual e na Escola de Fotografia MauMaus, em Lisboa, prosseguindo os seus estudos em Londres, no London College of Printing (2000-2001) como Bolseiro do Ministério da Cultura/Centro Português de Fotografia.
Fotógrafo freelancer desde 1999.
Realizou trabalho de investigação – encomenda fotográfica – projetos de exposição e edição com diversas instituições e empresas – nomeadamente: Ministério da Cultura/Centro Português de Fotografia – Coimbra 2003 – Capital Nacional da Cultura – Fundação Cidade de Guimarães – Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura – Câmara Municipal de Coimbra – Universidade de Coimbra – CES – Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra – Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra – Direção Regional de Cultura do Centro/Ministério da Cultura – Museu Nacional de Arte Antiga – Faculdade Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra – Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra – FEUC – Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra – PRO URBE – Associação Cívica de Coimbra – Saúde em Português – Associação de Profissionais de Cuidados de Saúde Primários dos Países de Língua Portuguesa – OTSH – Observatório do Tráfico de Seres Humanos do Ministério da Administração Interna – Associação Existências – Projeto de Prevenção e Saúde Pública – Direcção-Geral dos Serviços Prisionais/Estabelecimento Prisional de Coimbra – Teatro Académico de Gil Vicente – Fundação Inês de Castro – Festival das Artes de Coimbra – CITEMOR – Festival de Teatro de Montemor-o-Velho – Embaixada de Portugal em Tóquio – Universidade de Estudos Estrangeiros de Tóquio – Universidade de Estudos Estrangeiros de Quioto – Bluepharma – Indústria Farmacêutica – S.A.
Exposições em Portugal – Espanha – Inglaterra – Grécia – Ucrânia e Japão.
Pedro Soares
Pedro Soares (Lisboa, 1948) fez formações no Instituto Português de Fotografia, mas é maioritariamente um autodidacta. Foi Professor na Universidade Sénior de Setúbal durante 10 anos. É colaborador na Rádio Azul em Setúbal. Pedro Soares desenvolve intensa actividade profissional nas áreas do retrato, paisagem urbana e rural, teatro e dança. Cultiva o simples e o contraste, persegue a cor, aponta sinais de vida. Mistura com prazer luz natural e luz artificial, respeita os materiais que usa, cultiva valores não cotados em bolsa.
Desde 1980 que fotografa espectáculos em praticamente todo o território português, tendo também fotografado espectáculos em países como França, Bélgica, Espanha, Holanda e Checoslováquia. As companhias portuguesas com as quais manteve uma relação fotográfica foram, entre muitas outras, Teatro de Animação de Setúbal, Companhia de Teatro de Almada e O Bando. As tipologias de imagens que produziu vão desde retratos e material promocional até fotografia de cena, performance para a câmara e fotografia para cenografia.
O fotógrafo conta com um número significativo de publicações, de entre as quais se destacam Histórias de Teatro – TAS 30 anos. Os seus trabalhos integraram várias exposições desde 1982, entre as quais se incluem «Pós de palco» na Galeria de Exposições do Teatro da Malaposta (2010). Soares participou num painel do Colóquio Internacional «Imagens de Uma Ausência» organizado pelo Centro de Estudos de Teatro.
Sofia Berberan
Sofia Berberan (Lisboa, 1980) é Licenciada em Filosofia e de momento frequenta o Mestrado em Artes Cénicas da FCSH-UNL. Fez o Curso Profissional Fotografia no Instituto Português de Fotografia.
Iniciou o seu percurso enquanto fotógrafa em 2010, colaborando com o actor e criador Paulo Lage. É fotógrafa residente do Teatro GRIOT desde 2013. O tempo e a estabilidade da relação permitiram pensar as imagens do ponto de vista técnico e político. A companhia que é constituída somente por actores e actrizes negros ocupa um lugar de intervenção que reflecte essa característica.
Outras relações que se podem destacar são as mantidas com a Imagerie Casa de Imagens e com o Festival de Teatro Mindelact. Se por um lado a Imagerie a permite experimentar técnica e conceptualmente as possibilidades da imagem fotográfica, por outro lado o Mindelact proporciona o tempo necessário para o desenvolvimente de um trabalho consistente no âmbito da performatividade da imagem fotográfica. Na edição de 2021 o Mindelact programa uma performance de Sofia Berberan em parceria com a criadora Luanna Jimenes, bem como uma residência artística.
Susana Neves
Susana Neves (Valongo, 1979) tem um Bacharelato em Fotografia pela ESAP (2000) e uma Licenciatura Bietápica em Arte e Comunicação – Ramo Fotográfico pela ESAP. A longa e regular colaboração com inúmeras companhias, festivais, etc. colocam a fotografia de artes performativas a sua actividade profissional principal. No entanto, a carreira de Susana Neves passa também pela fotografia documental e pelo retrato. Das suas colaborações regulares destacam-se pelo número de anos de colaboração e de espectáculos fotografados o FITEI – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica e o TNSJ – Teatro Nacional São João.
Já expõe trabalho fotográfico seu desde 2001: “Teatro sem fim nem início”, no Museu das Marionetas do Porto, 2020 “Ensaio Geral”, no Fórum Cultural de Ermesinde, 2019 “Astro Homus”, no Observatório de Genebra, 2016 “Astro Homus”, na Biblioteca Municipal de Albergaria-a-velha; no Planetário do Porto; na Mina de Ciência – Centro de Ciência Viva do Lousal; no Centro Cultural de Paredes de Coura; na Torre da Cadeia Velha, em Ponte de Lima, 2015 “Astro Homus”, no Planetário do Porto e na Casa da Seda – Centro Ciência Viva de Bragança, 2014 “ai Maria”, 42 retratos de mulheres do Centro Histórico do Porto e de Lusófonas na cidade, afixados pelas ruas e mupis da cidade do Porto e de Vila Nova de Gaia, 2012 “Atrás da Farsa”, Centro Português de Fotografia, 2012 “ai Maria”, 25 retratos de mulheres do Centro Histórico do Porto e de Lusófonas na cidade, na Estação de Metro do Bolhão, 2012 “Olha lá”, 50 retratos de moradores do Centro Histórico do Porto e de Lusófonos na cidade, afixados pelas ruas e mupis da cidade do Porto, 2011 “Paixão Pela Grande Música”, na Sede da Orquestra Metropolitana de Lisboa [AMEC], 2007. Publicou em 2015 em parceria com o astrónomo Pedro Figueira, o livro Astro Homus, em que revela os bastidores da Astronomia.
Susana Pereira
Susana Pereira (Lisboa, 1974) Estudou fotografia na Oficina da Imagem e na ETIC e destaca no seu percurso os workshops com Joel Santos, Susana Paiva e Luís Afonso.
Começou a fotografar dança em 2015, numa produção Vo´Arte e Companhia Nacional de Bailado, com a dupla de coreógrafos São Castro e António Cabrita (ACSC), com estreia na Culturgest. Destaca no seu trabalho o interesse no acompanhamento dos ensaios de dança ainda em fase de criação da obra, para além do ensaio geral e da estreia em palco – É o conhecimento aprofundado da obra e as pequenas interacções estabelecidas em fase de ensaio que lhe dão o á vontade e a capacidade de registar o que mais lhe interessa – o Movimento e O Momento!
Destaca o trabalho desenvolvido no Festival Cumplicidade (Festival Internacional de Dança Contemporânea) e os seguintes coreógrafos e companhias de dança: CNB (Companhia Nacional de Bailado), CPBC (Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo), de Vasco Wellenkamp, ACSC (António Cabrita e São Castro); Ordem do Ó (Pedro Ramos), Daniel Gorjão e Paulo Ribeiro.
Fotografou pontualmente alguns concertos : Dia Mundial da Voz (2019); Festival Iminente (2019) e Concertos de Natal e Passagem de ano ( TNSC, 2020/21).
Valter Vinagre
Valter Vinagre (1954, Anadia) é um fotógrafo português que produz imagens sobre a realidade sem se limitar a tipologias ou temas definidos. O lugar da cidade, a viagem e a paisagem podem ser motivos da sua fotografia, mas não a determinam. Submetem-se antes a uma reflexão e a um discurso sobre o real, num jogo onde se revelam e ocultam metáforas, retratos e gestos. Esta abordagem, distante do registo documental, pode ser encontrada em trabalhos como Carta do Sentir ,Para, Olha, ou em Bored In Usa, Pensaram matar o bicho ficou a peçonha, Posto de trabalho e Sob o Signo da Lua, Da natureza das coisas, Animais de estimação ou, ainda, em 7retratos.7paisagens enquanto retrato , Corações ao alto e Homem morto passou aqui, os seus trabalhos mais recentes.
Valter Vinagre recebeu em 1999 o prémio da 6.ª Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira com a série “ Corpu insanu” e em 2016 o Prémio Autores 2016 da Sociedade Portuguesa de Autores. Melhor Trabalho de Fotografia com a série “Posto de trabalho”
Em 2015 realizou o filme Espera , apresentado com a Exposição “Posto de trabalho” no Museu da Electricidade/MAAT em Lisboa.