Hugo Costa Marques

Hugo Costa Marques (Viseu, 1978) frequentou o Workshop de Pilotagem de Drones e Fotografia Aérea – RGDrones – Lisboa e o Workshop de Fotografia de Arquitectura no Instituto Português de Fotografia do Porto (2016). Participou em Workshops coordenados pela fotógrafa Susana Paiva na Escola Informal de Fotografia (2014 e 2012/2013). Assistiu à Masterclass de Montagem e Comissariado de Exposições Fotográficas no Instituto Português de Fotografia do Porto (2011). Frequentou também o Curso Profissional de Fotografia no Instituto Português de Fotografia do Porto (2008/2010). Participou ainda nos seguintes cursos e formações: Formação de Técnicas de Fotografia, Execução de Fotografia e Exposição (2008); Curso de Técnica de Fotografia no Instituto Português de Fotografia do Porto (2007); Curso de Fotografia Digital do Instituto Português de Fotografia do Porto (2005); Curso Expor Arte Contemporânea, Fundação Calouste Gulbenkian (2003). Hugo Costa Marques é licenciado em Ensino, variante de Educação Visual e Tecnológica (1988/2002).

Hugo Costa Marques conta com várias publicações e desenvolve diversos trabalhos na área da fotografia. É dinamizador de vários Workshops e Cursos de Fotografia. É ainda Professor no Curso de Educação e Formação Operador de Fotografia. Nas artes performativas fotografou o Teatro da Garagem.

Isaac Pereira

Isaac Pereira (Fafe, 1966) é formado em Ciências da Comunicação, Universidade do Minho (Licenciatura) e em História do Império Português, Universidade Nova de Lisboa (Mestrado). Na área da fotografia frequentou o Curso de Fotografia do A.R.C.O. (Lisboa) e tem feito fotografia de autor tanto em Portugal como na China. Em Portugal e no âmbito das artes performativas fotografou o Teatro do Silêncio. 

João Paulo Serafim

João Paulo Serafim (Paris, 1974) frequentou o Curso em Fotografia do Ar.Co (1993/96), frequentou o Curso Avançado de Artes Plásticas também no Ar.Co (1997). Em 2005 fez o Curso de Fotografia do programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. Fez estudos pós-graduados em Arte Multimédia da Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2013/14). O artista visual tem participado em dezenas de exposições em Portugal e no estrangeiro. Foram atribuídas a João Paulo Serafim várias Bolsas, entre as quais se podem destacar as Bolsas de Apoio à Criação da Fundação Calouste Gulbenkian (2005 e 2012). Venceu, entre vários outros, o Prémio do Público no FUSO_Festival de Video Art (2019). É formador na área da Fotografia e tem sido Conferencista em várias instituições (Ar.co, ETIC, IADE, Atelier de Lisboa, IPT, Hélice, Lusófona).

Colabora em criações de Teatro e Dança desde 2007, enquanto co-criador. É também responsável por manipulação visual ao vivo, pela documentação e registo dos espectáculos. É também intérprete. As companhias com quem colabora de forma regular são o Teatro do Vestido e o Nome Próprio. Faz também fotografia de Arquitectura e de Exposições.

João Pedro Barriga Martins

João Pedro Barriga Martins (1995) foi fotógrafo e videógrafo, na companhia 33 Ânimos, nas peças Corpo Futuro e Fake News: Naked Fews de Ricardo Cabaça, assim como fotógrafo no projeto “Conversas” do Arquivo 237.

José Fabião

José Fabião (1950) nasceu e reside em Lisboa. É performer e fotógrafo, a sua formação na área da fotografia, especificamente no âmbito das artes performativas, é maioritariamente autodidata. 

Fotógrafo da Secretaria de estado da Cultura de 1976 a 1981. Desde 1981 até à atualidade, é professor na ETIC.

Fotografou desde 1979 de forma pontual, mas regularmente em grupos e companhias de performance e dança. Fez parte dos grupos de performance Diapositivos e Neon, criando as imagens para serem utilizadas nos espetáculos. Os registos fotográficos, para as companhias e performers de dança (entre eles Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Vera Mantero, Clara Andermat, Silvia Real), são usados principalmente para arquivo.
Fotógrafo da Secretaria de estado da Cultura de 1976 a 1981. Desde 1981 até à atualidade, é professor na ETIC.

Fotografou desde 1979 de forma pontual, mas regularmente em grupos e companhias de performance e dança. Fez parte dos grupos de performance Diapositivos e Neon, criando as imagens para serem utilizadas nos espetáculos. Os registos fotográficos, para as companhias e performers de dança (entre eles Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Vera Mantero, Clara Andermat, Silvia Real), são usados principalmente para arquivo.
José Fabião conta com várias publicações nas revistas Art Forum, Flash Art em catálogos vários, entre outros. Para além de ter participado em várias exposições colectivas, expôs na «Património o que é» do Mosteiro dos Jerónimos/SEC e em «Rock and Roll» da galeria Parthenon.

Fotógrafo da Secretaria de estado da Cultura de 1976 a 1981. Desde essa data até à actualidade, é professor na ETIC. Fotografou desde 1979 de forma pontual, mas regularmente grupos e companhias de performance e dança. Fez parte dos grupos de performance Diaspositivos e Neon criando as imagens para serem utilizadas nos espetáculos. Para as companhias e performers de dança (entre eles Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Vera Mantero, Clara Andermat, Silvia Real) os registos são de cena e usados principalmente para arquivo.

Margarida Araújo

Margarida Araújo (Lisboa, 1956) é formada em História tem vindo a dividir a sua vida profissional entre o ensino e a investigação. Neste âmbito tem desenvolvido estudos ligados à História da Cerâmica e da Azulejaria, à História da Fotografia, à História Local e à defesa do Património (membro fundador do PH -Associação Património Histórico). Paralelamente tem dedicado parte do seu tempo livre a fotografar. Não possuindo formação específica neste domínio tem aperfeiçoado gostos e conhecimentos técnicos com fotógrafos profissionais e amadores (Workshop de Retrato com Nanã Sousa Dias, 2005). Hoje em dia realiza diversos trabalhos profissionais e expõe regularmente. É membro fundador da Associação f2.8 – Colectivo Fotográfico. Tem obtido prémios em diversos concursos, participado em inúmeras exposições e publicações. Para além do trabalho de fotografia e vídeo nas artes performativas, maioritariamente em colaboração com o Teatro da Rainha, produz fotografia de autor, fotografia por encomenda e fotografias de produto (para museus ou colecções privadas). 

Margarida Dias

Margarida Dias (Lisboa, 1966), formou-se em 1989 em Fotografia no Ar.Co, onde ficou, a convite, enquanto Professora, até 2006. Exerceu docência também no Instituto de Artes e Ofícios da Universidade Autónoma de Lisboa.

No âmbito das artes performativas foi fotógrafa residente do Teatro Nacional D. Maria II de 2003 a Abril de 2010. Colaborou pontualmente com o Teatro da Trindade, Teatro Maria Matos, Teatro Meridional, Teatro dos Aloés e Escola de Mulheres.

Enquanto fotógrafa profissional colaborou com vários órgãos de comunicação social (Revista do Semanário Expresso (1992), Textos e Pretextos (Universidade de Lisboa), Revista A.23), agências de publicidade, ateliers de design, de decoração e de arquitectura. Conta com mais de 30 exposições individuais e várias colectivas e está representada em colecções públicas e privadas, quer no estrangeiro (Fondazione Italiana per la Fotografia – Turim, Itália), quer em Portugal (Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa; Encontros de Imagem – Braga; Colecção Culturgest; Colecção PLMJ – Sociedade de Advogados).

Martim Ramos

Martim Ramos (Lisboa, 1983) é um artista que trabalha principalmente com fotografia e cinema. Tem uma Licenciatura em História da Arte pela FCSH e um Mestrado em Fotografia pelo Royal College of Art (Londres) e frequentou o curso de Fotografia no Ar.Co (2002/04). A sua prática artística aborda questões relacionadas com trauma, memória e representação. Para o seu trabalho faz uso de fotografias e objectos encontrados, recorrendo a práticas de apropriação e intervenção, nos contextos da literatura, performance, fotografia e cinema. As suas criações desenvolvem-se no limiar entre documento e ficção.

Tem publicações em jornais e revistas como o Le Monde – The Japan Times e Expresso. Conta também com inúmeras exposições individuais e colectivas. Entre 2016 e 2018 foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Martim Ramos fotografa desde 2015, em co-autoria, com a performer Ana Vilela da Costa.

Nuno Beja

Nuno Beja (Lisboa, 1982) concluiu o Curso de Fotografia na IADE (2006) e licenciou-se em Fotografia e Cultura Visual pela mesma Faculdade (2019). De momento encontra-se a frequentar o Mestrado em Desenvolvimento de Projecto Cinematográfico na ESCT.

Em 2006, torna-se assistente do fotógrafo Carlos Ramos, sócio-fundador do estúdio de Fotografia de Moda Um Ponto Quatro. Desde então, desenvolve trabalho na área de fotografia de moda, beauty, still life e retrato, fotografando para diversas revistas da área e marcas, como Revista Chocolate, Revista Amoreiras Fashion Life, Revista Moz, Urso Tigre, Bainha de Copas, Goldmud, Alexandra Moura, Burel Factory, entre outras. Em 2010, juntamente com Carlos Ramos e Paulo Andrade, fotografa os vestidos da fadista Amália Rodrigues para o catálogo da exposição Amália, Coração Independente, realizada no Museu Berardo. Foi galardoado com o prémio Jovens Criadores, em dois anos consecutivos, na categoria de Fotografia, integrando as Mostras Nacionais Jovens Criadores 2012 e 2013, assim como os catálogos de exposição das mesmas, com os projectos Happiness e Sensibilidade. Em 2014, desenvolve o projecto fotográfico SOURIRE INTEMPOREL, em parceria com a maquilhadora Antónia Rosa, apresentando-o publicamente em exposição integrante da 43ª edição Moda Lisboa. No mesmo ano e em parceria com o fotógrafo Roberto Santandreu, inicia laboratório de fotografia analógica, no qual desenvolvem projectos fotográficos em 35mm, médio formato (6×6 e 6×7) e grande formato (9×12 e 13×18). Paralelamente, Nuno Beja tem vindo a desenvolver diversos projectos fotográficos em parceria com as companhias teatrais nacionais, nomeadamente Teatro Comuna e Teatro Politeama, apresentando-se regularmente em exposições individuais, das quais se destacam check-in (atrium principal Casino Estoril), Ramificações (Salão Nobre, Teatro Politeama), Fragmentos (foyer, Teatro Comuna) e PLAY LOUD (foyer, Teatro Comuna). Em 2017, Nuno Beja apresentou o projecto #Multigrade na exposição colectiva “3 na Moda”, conjuntamente com os fotógrafos Carlos Ramos e Ana Trindade e com curadoria de Luísa Ferreira, patente na Pequena Galeria, Lisboa. Desde 2019, Nuno Beja deu início a um novo projecto fotográfico, centrado no uso do grande formato 4×5, com o título “Dissecar de uma Personagem”.

Paulo Catrica

Paulo Catrica (Lisboa, 1965) estou Fotografia na Ar.Co (1984/85), licenciou-se em História na Universidade Lusíadas (1992). Em estudos pós-graduados é mestre em Imagem e Comunicação pela Goldsmith’s College (1997) e doutorado em Estudos de Fotografia pela Universidade de Westminster (2011). Foi bolseiro do Centro Português de Fotografia (1995), da Calouste Gulbenkian Foundation (2001) e da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2006/2010 & 2014/2019). É desde 2019 Investigador residente no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa.

O trabalho fotográfico de Paulo Catrica incide principalmente em fotografia de lugares, paisagem e arquitectura. Persiste no seu trabalho, que normalmente é composto por séries, a ideia de associar arquitectura (objecto) com contexto envolvente o uso quotidiano. Ensaiando assim a possibilidade de (re)criar um ‘lugar’ fotográfico, simultaneamente tangencial e simbólico da memória colectiva, como uma alegoria do lugar comum. Como autor, tem exposto e editado regularmente desde 1997. Foi autor de dois projectos de encomenda sobre Teatros para o Teatro Nacional de São Carlos e para o Teatro Nacional D. Maria II. Desenvolveu também um projecto para a Companhia Nacional do Bailado que nunca chegou a ser exposto e/ou editado.

Entre 1989 e 1992 fotografou a Oficina Coreográfica na Escola Superior de Dança em Lisboa e as encenações de Mário Feliciano do Teatro da Politécnica. Para além da fotografia de cena, material promocional e retratos de actores, foi responsável pontualmente por fotografia e vídeo para cenografia.