Ana Rita Delille

Ana Rita Delille (1981) nasceu em Coimbra. Trabalha essencialmente como documentarista, usando a fotografia como meio para preservar os espaços e momentos da memória coletiva. Fotografou espetáculos para a companhia 33 Ânimos.

antónio mv

António MV

António MV (Faro, 1976) é licenciado em Artes Plásticas pela Escola Superior de Arte e Design (ESAD). Entre várias exposições em que já participou podem destacar-se New Queer Cinema Exhibition [ Festival Internacional de Cinema Queer ] / Galeria Wrong Weather (2017), Festival Paragem – Edição ZERO – Algarve Exposição de artes visuais/performance (2019) e Esta Noite – Pedro Cabrita Reis e João Ferro Martins Convidam (2020). No âmbito das artes performativas trabalha com a mala voadora, o Teatro Nacional 21, O Colectivo 84, Ao Cabo Teatro, entre outros. Uma parte significativa do seu trabalho fotográfico e videográfico é utilizado na cenografia de espetáculos. Autor de fotografia de bastidores e de ensaios e de imagens utilizadas como material promocional.

Arlindo Pinto

Arlindo Pinto (Riodades, 1962) frequentou inúmeros cursos como Cultura Visual e Teoria da Imagem (SNBA), Alternative Dreams – Oficina de Processos Alternativos (IMAGERIE) e Estrategias Para La Estruturación Del Trabajo Fotográfico com Eduardo Momeñe (DERIVA) (2020); Goma Bricomatada (IMAGERIE) (2017); Cianotipia (IMAGERIE) (2015); História da Fotografia Contemporânea (Ar.Co) e Photo Book Design (Ar.Co) (2014); Escola Informal de Fotografia do Espectáculo com Susana Paiva (2013); Linguagem e Estética da Fotografia (MEF) (2009); Fotografia Aplicada (MEF) (2008); Estética Fotográfica (Oficina da Imagem) e Moda (WS8A) (2005); Curso Profissional de Fotografia (Oficina da Imagem) (2004).

Faz maioritariamente fotografia de autor e no âmbito das artes performativas tem fotografado essencialmente espectáculos de música, contando com mais de dois milhares de espectáculos/festivais fotografados. Começou a colaborar em 2019 com o projecto CORPOEMCADEIA, um projecto da Companhia Olga Roriz voltado para a população prisional com uma abordagem inclusiva seguindo o modelo de intervenção Terapia Gestalt.

Armindo Cardoso

Armindo Cardoso (Porto, 1943) começou a fotografar em 1966. A partir desse ano trabalha em Paris, primeiro como técnico de fotografia científica no Collège de France (CNRS) e, depois, na realização de diaporamas para o Office Français de Techniques Modernes d’Education.

Em 1969 parte para o Chile, tornando-se editor gráfico e fotógrafo do semanário Chile Hoy. É assistente do fotógrafo polaco Bob Borowicz. Durante a sua permanência no Chile, colabora com o ICIRA – Instituto de Capacitación y Investigación en Reforma Agraria, ligado à FAO, trabalha com as editoras Universitaria e Quimantú e colabora com a Universidade de Concépcion e as revistas Educación e Paloma. Ainda no Chile, participa nos filmes La Batalla de Chile, de Patrício Guzman (1972/1973) e Estado de Sítio, de Costa Gravas (1973). Regressa a Portugal em 1974, tendo trabalhado com vários municípios: Almada, Benavente, Chamusca, Coruche, Portel, Porto e Seixal.

A partir de 1975 faz fotografia de teatro, com a Seiva Trupe do Porto, O Teatro de Animação de Setúbal, a Barraca e a Companhia de Teatro de Almada, entre outras.

Em 1991 dá um curso de animação fotográfica no Centro Artístico e Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian e inicia uma colaboração com a Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e a Revista do Centro Português de Design.

É co-autor da parte fotográfica de várias obras, nomeadamente do livro Chile o Muerte, do escritor chileno German Marín, editado no México, em 1974, pela Editorial Diógenes, livro incluído em El fotolibro latino-americano de Horacio Fernández, 2011, Editorial RM, México.

Participa na realização da capa e dá colaboração fotográfica na Fotobiografia de José Gomes Ferreira (2000), bem como no catálogo e na exposição fotográfica Operário das Palavras sobre José Gomes Ferreira, no Palácio das Galveias (2000-2001) e no catálogo da exposição “A Revolução é um Sonho” sobre o mesmo escritor, na Biblioteca-Museu da República e Resistência (2000-2001). Colabora na monografia de mestrado Imagens de Cena – Agenciar os Territórios de 1383 (2002) de Selda Soares.

Bruno José Silva

Bruno José Silva (Leiria, 1992) é Licenciado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa (FAUTL) em 2014. Em 2017, foi-lhe atribuída a Bolsa de Mérito na Formação Completa de Fotografia da HÉLICE, em Lisboa. Com base no seu background em arquitetura, usa esta formação como mote de investigação e construção de novos projetos, que podem adquirir diferentes dispositivos espaciais – instalação, vídeo e fotografia – procurando sempre questionar o estatuto da imagem, o seu potencial de fractura, a sua utilização e os mecanismo da sua produção. Entre as recentes exposições destacam-se “I Will Take The Risk” no Tomaz Hipólito Studio (Lisboa, PT), “Natureza do Espaço” no Espaço Porto Cruz (Porto, PT) com cur. Tiago Casanova e “Ta`avale” no HANGAR (Lisboa, PT), a exposição individual “Paisagens Desabitadas” na Câmara Escura (Torres Vedras, PT) com cur. Teo Pitella. Foi distinguido com uma menção honrosa pelo seu trabalho na JOV`ARTE Bienal Jovem 2019. Em 2020 é convidado em integrar o seu trabalho no projeto raum:residências artísticas online, organizado pelos alunos da Pós-Graduação em Curadoria da NOVA FCSH e Galerias Municipais/EGEAC. Desde 2017, paralelamente ao seu trabalho, colabora com a companhia de teatro Plataforma285 e com a criadora Ana Libório na criação de imagem para a comunicação, fotografia de cena e cenografia.

Bruno Simão

Bruno Simão (1979, Lisboa) fez em 2010 um curso de fotografia do Instituto Português de Fotografia. Bruno Simão é fotógrafo freelance de espectáculos, colaborando com várias companhias, como a Companhia Nacional de Bailado, o Teatro Nacional de São Carlos, a Casa Conveniente, o Teatro de Pesquisa Comuna, a Companhia Maior do Centro Cultural de Belém e outros tantos criadores individuais, festivais de teatro, de dança e de cinema. Em 2013 venceu o 1º Prémio da Estação Imagem-Mora na categoria de Artes e Espectáculo com o trabalho documental do espectáculo «A Virgem Doida» da Casa Conveniente.

Carlos Cristóvão

Carlos Cristóvão (Vila Franca de Xira, 1973) tem formação na Ar.Co, no Conservatório Nacional de Música, na Fundação Calouste Gulbenkian, no CENJOR e na IADE.

Publica fotografias mensalmente em revistas de arte, moda e viagens. Trabalha desde 2017 com os The Mother Fuckers e para além da fotografia de cena, de ensaios e de bastidores, faz retratos e é responsável por registar performances para a câmara.

Carlos Gomes

Carlos Gomes

Carlos Gomes (1973, Coimbra) é Licenciado em Artes Plásticas da ARCA-EUAC (1991) e fez estudos pós-graduados em Óptica e Lazer na UA (1996). Em 2015 frequentou a formação em regime de workshops de longa duração em Fotografia de Espectáculo oferecido pela Escola Informal de Fotografia e dirigido pela fotógrafa Susana Paiva. No ano seguinte participou na mesma Escola e com a mesma fotógrafa numa formação no mesmo regime de Memória e Imaginação.

Carlos Gomes conta com inúmeras publicações, entre elas Tempos de Identidade Vol. #01 (ed. God Publishing, 2020) e, enquanto co-autor, em 20 fotografias de rua (ed. Vieira da Silva, 2014-15). O fotógrafo participou em mais de uma dezena de exposições individuais e colectivas em território português, das quais se destacam as edicções de 2015 e 2016 de «Jardins Efémeros» em Viseu; «Eu não sou uma ilha» em 2017 no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz; «Palcografias» no Teatrão em Coimbra, em 2017.

Foi premiado com uma menção honrosa na 1ª edição de «Photo – Museu do Vinho da Bairrada» em 2014, venceu o 1º Prémio da Fotograf’arte – Memórias em 2014 e foi vencedor do ranking editorial do site de fotografia olhares.com em 2019.

Fotografa desde 2011 espectáculos performativos e fotografou desde cena a ensaios, retratos, bastidores e cenografia companhias e grupos como O Teatrão, Trincheira Teatro, Ricardo Correia – Casa da Esquina, Leirena Teatro.

Estelle Valente

Estelle Valente, 44 anos. Nascida em França, país com que mantém uma profunda ligação, a fotógrafa adotou Lisboa, de cujo sol diz não prescindir, de há 10 anos para cá. Em 2012 começou a fotografar a fadista Gisela João, que ainda hoje acompanha. Em 2015, iniciou uma colaboração com o Teatro Municipal São Luiz, onde fotografa ensaios, espetáculos e campanha de comunicação.

Helena Gonçalves

Helena Gonçalves (1978, Portimão), é cofundadora do Black Box Atelier, um espaço dedicado à fotografia e criação, digitalização, pós produção, impressão e acabamentos. Finalista do Curso Avançado de Fotografia do Ar.Co, em Lisboa, em 2004.

É Professora de Fotografia no Ar.Co. escola de arte e comunicação em Lisboa e Almada, desde 2005, professora no departamento de fotografia, técnica e prática, acompanhamento de trabalho, impressão de fotografia a preto e branco em laboratório analógico, pós-produção em formato digital. É Professora de Fotografia no Atelier de Lisboa, escola de fotografia vocacionada para o trabalho fotográfico numa perspectiva autoral, desde 2018, professora de pós-produção em formato digital. É Professora de Fotografia na ETIC, pós-produção em formato digital no curso de fotografia.

Fotógrafa do Grupo de Teatro Útero, acompanhamento dos ensaios e espectáculos, criação de fotografias para cartazes e divulgação, desde 2000. Fotógrafa free lance para outras companhias, acompanhamento dos ensaios e espectáculos, criação de fotografias para cartazes e divulgação, criação de fotografias para cenário desde 2000. Participou em diversas exposições individuais e colectivas, desde 2003, em Portugal, Espanha, França, Itália e República Checa. O seu trabalho integra as colecções da Fundação EDP e da Fundação José Saramago, assim como diversas colecções privadas.