Luís Santos

Luís Miguel Figueiredo Santos nasceu em Tomar em 1974. Fez um curso de fotografia durante o
ensino secundário, bacharelato de Realização Plástica do Espetáculo e licenciatura
em Design de Cena, na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa.
Foi, desde 1998 e durante 20 anos, assistente de Cristina Reis, cenógrafa residente
e co-diretora do Teatro da Cornucópia, em Lisboa, tendo trabalhado em todos os
espetáculos da Companhia. Foi também fotógrafo de cena.
Tem trabalhado como cenógrafo, figurinista, aderecista e fotógrafo com os seguintes
criadores: Álvaro Correia, Ana Tamen, Carla Lopes, Carla Vasconcelos, Celso Cleto,
Diogo Infante, Guilherme Gomes, Inês Tarouca, João Guimarães, João Mota, João
Ricardo, Jorge Balça, José Caldas, José Mateus, Luca Aprea, Luis Miguel Cintra,
Matilde Trocado, Mário Redondo, Paula Gomes Ribeiro, Paula Pedregal, Paulo
Alves Pereira, Pedro Saavedra, Pedro Simões, Rute Rocha, Sissi Martins e Vasco
Wellencamp.
É professor na Escola de Artes da Universidade de Évora, na Escola Artística
António Arroio e na Inimpetus – Escola de Atores.
Membro da APCEN – Associação Portuguesa de Cenografia desde 2014 tendo
pertencido à Direção entre 2020 e 2022.

Magda Fernandes

Magda Fernandes (Porto, 1981) é uma artista visual e membro do atelier/coletivo Imagerie desde a sua fundação em 2008, onde desenvolve trabalho autoral, educativo, editorial e de pesquisa, com foco na área da fotografia experimental e dos processos alternativos. Frequentou o Curso de Fotografia e Laboratório a Preto e Branco Kamera Photo com João Carvalho de Sousa (2000), o Curso Profissional de fotografia do IPF (2005), com estágio profissional em fotografia de cena, e o Curso de desenvolvimento de projeto da Escola Informal de Fotografia de Espectáculo com Susana Paiva (2014). 

Destacam-se os seus projetos na área da formação em parceria com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, o MUHNAC, a Trienal de Arquitetura, o Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira ou a Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger.

Na área da edição independente, tem projetos como editora e autora de publicações (Coleção TOSCA, Arquivo das Imagens Não Vistas) e livros de artista (Coleção Conto Azul), patentes em coleções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro. Na área da publicação, destacam-se ainda colaborações com projetos fotográficos e/ou textos, com a revista de literatura ibero-americana Philos (Brasil), a revista Hand, Magazine for reproduction based art (EUA), a revista de fotografia contemporânea Propeller, a editora independente Huggly Books ou a editora Companhia das Ilhas (Portugal). Como autora de projetos fotográficos, tem trabalhos expostos individualmente em Lisboa, Amarante, Barreiro e Ponta Delgada e em coletivas em Setúbal, Porto, Vila do Conde, Lisboa, Espanha, México, EUA, Peru e Colômbia.

No âmbito das artes performativas fotografou pontualmente o Teatro da Garagem, o Teatro GRIOT e espetáculos do coreógrafo Luiz Antunes.

Manuel Ramalho

Margarida Araújo

Margarida Araújo (Lisboa, 1956) é formada em História tem vindo a dividir a sua vida profissional entre o ensino e a investigação. Neste âmbito tem desenvolvido estudos ligados à História da Cerâmica e da Azulejaria, à História da Fotografia, à História Local e à defesa do Património (membro fundador do PH -Associação Património Histórico). Paralelamente tem dedicado parte do seu tempo livre a fotografar. Não possuindo formação específica neste domínio tem aperfeiçoado gostos e conhecimentos técnicos com fotógrafos profissionais e amadores (Workshop de Retrato com Nanã Sousa Dias, 2005). Hoje em dia realiza diversos trabalhos profissionais e expõe regularmente. É membro fundador da Associação f2.8 – Colectivo Fotográfico. Tem obtido prémios em diversos concursos, participado em inúmeras exposições e publicações. Para além do trabalho de fotografia e vídeo nas artes performativas, maioritariamente em colaboração com o Teatro da Rainha, produz fotografia de autor, fotografia por encomenda e fotografias de produto (para museus ou colecções privadas). 

Margarida Dias

Margarida Dias (Lisboa, 1966), formou-se em 1989 em Fotografia no Ar.Co, onde ficou, a convite, enquanto Professora, até 2006. Exerceu docência também no Instituto de Artes e Ofícios da Universidade Autónoma de Lisboa.

No âmbito das artes performativas foi fotógrafa residente do Teatro Nacional D. Maria II de 2003 a Abril de 2010. Colaborou pontualmente com o Teatro da Trindade, Teatro Maria Matos, Teatro Meridional, Teatro dos Aloés e Escola de Mulheres.

Enquanto fotógrafa profissional colaborou com vários órgãos de comunicação social (Revista do Semanário Expresso (1992), Textos e Pretextos (Universidade de Lisboa), Revista A.23), agências de publicidade, ateliers de design, de decoração e de arquitectura. Conta com mais de 30 exposições individuais e várias colectivas e está representada em colecções públicas e privadas, quer no estrangeiro (Fondazione Italiana per la Fotografia – Turim, Itália), quer em Portugal (Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa; Encontros de Imagem – Braga; Colecção Culturgest; Colecção PLMJ – Sociedade de Advogados).

Margarida Neves

Maria Margarida Neves (Lisboa, 1967) frequentou o Curso Profissional de Fotografia da Associação Portuguesa de Arte Fotográfica (2018) e a 10ª edição do Workshop de Narrativas Fotográficas no Intendente, coordenado por Pauliana Valente Pimentel (2019), do qual resultou o projecto fotográfico “Artes Gráficas JMA Lda.”.

Maria Margarida Neves faz fotografia documental de ensaios de peças de teatro em colaboração com a Nova Companhia e elabora textos críticos de exposições fotográficas, publicados no sítio web da Associação Portuguesa de Arte Fotográfica.

Nuno Beja

Nuno Beja (Lisboa, 1982) concluiu o Curso de Fotografia na IADE (2006) e licenciou-se em Fotografia e Cultura Visual pela mesma Faculdade (2019). De momento encontra-se a frequentar o Mestrado em Desenvolvimento de Projecto Cinematográfico na ESCT.

Em 2006, torna-se assistente do fotógrafo Carlos Ramos, sócio-fundador do estúdio de Fotografia de Moda Um Ponto Quatro. Desde então, desenvolve trabalho na área de fotografia de moda, beauty, still life e retrato, fotografando para diversas revistas da área e marcas, como Revista Chocolate, Revista Amoreiras Fashion Life, Revista Moz, Urso Tigre, Bainha de Copas, Goldmud, Alexandra Moura, Burel Factory, entre outras. Em 2010, juntamente com Carlos Ramos e Paulo Andrade, fotografa os vestidos da fadista Amália Rodrigues para o catálogo da exposição Amália, Coração Independente, realizada no Museu Berardo. Foi galardoado com o prémio Jovens Criadores, em dois anos consecutivos, na categoria de Fotografia, integrando as Mostras Nacionais Jovens Criadores 2012 e 2013, assim como os catálogos de exposição das mesmas, com os projectos Happiness e Sensibilidade. Em 2014, desenvolve o projecto fotográfico SOURIRE INTEMPOREL, em parceria com a maquilhadora Antónia Rosa, apresentando-o publicamente em exposição integrante da 43ª edição Moda Lisboa. No mesmo ano e em parceria com o fotógrafo Roberto Santandreu, inicia laboratório de fotografia analógica, no qual desenvolvem projectos fotográficos em 35mm, médio formato (6×6 e 6×7) e grande formato (9×12 e 13×18). Paralelamente, Nuno Beja tem vindo a desenvolver diversos projectos fotográficos em parceria com as companhias teatrais nacionais, nomeadamente Teatro Comuna e Teatro Politeama, apresentando-se regularmente em exposições individuais, das quais se destacam check-in (atrium principal Casino Estoril), Ramificações (Salão Nobre, Teatro Politeama), Fragmentos (foyer, Teatro Comuna) e PLAY LOUD (foyer, Teatro Comuna). Em 2017, Nuno Beja apresentou o projecto #Multigrade na exposição colectiva “3 na Moda”, conjuntamente com os fotógrafos Carlos Ramos e Ana Trindade e com curadoria de Luísa Ferreira, patente na Pequena Galeria, Lisboa. Desde 2019, Nuno Beja deu início a um novo projecto fotográfico, centrado no uso do grande formato 4×5, com o título “Dissecar de uma Personagem”.

Paulo Abrantes

Paulo Abrantes (Luanda, 1969) iniciou a sua formação em 1988 no Centro de Estudos de Fotografia da Associação Académica de Coimbra, onde frequentou um Curso de Iniciação à Fotografia (analógica) e diversos workshops temáticos. Participou em diversos workshops e cursos de fotografia digital. Tem inúmeras publicações e exposições, tanto individuais como colectivas.
Fotografou cerca de meia centena de espectáculos, ensaios e bastidores do grupo de teatro O Teatrão.
Documentou diversos eventos de magia, nomeadamente espetáculos de rua e galas internacionais dos Encontros Mágicos de Coimbra (de1999 a 2020, exepto 2019), Lisboa Mágica (2008, 2009 e 2010) bem como o evento internacional ESSENTIAL MAGIC CONFERENCE (2010, 2011 e 2012) – entre outros.

Paulo Barata

Paulo Catrica

Paulo Catrica (Lisboa, 1965) estou Fotografia na Ar.Co (1984/85), licenciou-se em História na Universidade Lusíadas (1992). Em estudos pós-graduados é mestre em Imagem e Comunicação pela Goldsmith’s College (1997) e doutorado em Estudos de Fotografia pela Universidade de Westminster (2011). Foi bolseiro do Centro Português de Fotografia (1995), da Calouste Gulbenkian Foundation (2001) e da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2006/2010 & 2014/2019). É desde 2019 Investigador residente no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa.

O trabalho fotográfico de Paulo Catrica incide principalmente em fotografia de lugares, paisagem e arquitectura. Persiste no seu trabalho, que normalmente é composto por séries, a ideia de associar arquitectura (objecto) com contexto envolvente o uso quotidiano. Ensaiando assim a possibilidade de (re)criar um ‘lugar’ fotográfico, simultaneamente tangencial e simbólico da memória colectiva, como uma alegoria do lugar comum. Como autor, tem exposto e editado regularmente desde 1997. Foi autor de dois projectos de encomenda sobre Teatros para o Teatro Nacional de São Carlos e para o Teatro Nacional D. Maria II. Desenvolveu também um projecto para a Companhia Nacional do Bailado que nunca chegou a ser exposto e/ou editado.

Entre 1989 e 1992 fotografou a Oficina Coreográfica na Escola Superior de Dança em Lisboa e as encenações de Mário Feliciano do Teatro da Politécnica. Para além da fotografia de cena, material promocional e retratos de actores, foi responsável pontualmente por fotografia e vídeo para cenografia.