João Paulo Serafim

João Paulo Serafim (Paris, 1974) frequentou o Curso em Fotografia do Ar.Co (1993/96), frequentou o Curso Avançado de Artes Plásticas também no Ar.Co (1997). Em 2005 fez o Curso de Fotografia do programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. Fez estudos pós-graduados em Arte Multimédia da Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2013/14). O artista visual tem participado em dezenas de exposições em Portugal e no estrangeiro. Foram atribuídas a João Paulo Serafim várias Bolsas, entre as quais se podem destacar as Bolsas de Apoio à Criação da Fundação Calouste Gulbenkian (2005 e 2012). Venceu, entre vários outros, o Prémio do Público no FUSO_Festival de Video Art (2019). É formador na área da Fotografia e tem sido Conferencista em várias instituições (Ar.co, ETIC, IADE, Atelier de Lisboa, IPT, Hélice, Lusófona).

Colabora em criações de Teatro e Dança desde 2007, enquanto co-criador. É também responsável por manipulação visual ao vivo, pela documentação e registo dos espectáculos. É também intérprete. As companhias com quem colabora de forma regular são o Teatro do Vestido e o Nome Próprio. Faz também fotografia de Arquitectura e de Exposições.

João Pedro Barriga Martins

João Pedro Barriga Martins (1995) foi fotógrafo e videógrafo, na companhia 33 Ânimos, nas peças Corpo Futuro e Fake News: Naked Fews de Ricardo Cabaça, assim como fotógrafo no projeto “Conversas” do Arquivo 237.

João Tuna

João Tuna (1967, Portalegre) é fotógrafo e realizador. João Tuna estudou fotografia, cinema e dramaturgia, na escola artística António Arroio, na Escola Superior de Teatro e Cinema e na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Com os mestres António Mercado e Jean-Pierre Sarrazac aprendeu escrita dramática. Iniciou em 1990 o seu percurso na área da fotografia, dedicando-se em exclusivo ao retrato e à fotografia de cena para teatro ou cinema. Realizou várias curtas-metragens, filmes institucionais e versões-filme de espectáculos de teatro; escreveu argumentos e peças de teatro. A sua primeira peça publicada, Dorme Devagar, estreou em Paris com o título Dort Doucement (2000). Em 2012 foi distinguido pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro pela sua carreira enquanto fotógrafo de teatro.

João Tuna fotografou mais de cinco centenas de espectáculos desde 1990, tendo colaborado com dezenas de companhias/festivais portugueses, entre elas pode destacar-se as colaborações com o Teatro Nacional São João. O fotógrafo é também responsável por telões e cartazes para cinema e programas de sala, agendas/cadernos de programação e livros de temporada. Em 2001, e no contexto do Festival PoNTI publicou PONTI 2001. Em 2012 o livro Todos os Fantasmas Usam Botas Pretas foi publicado. O seu trabalho tem também sido exposto no TNSJ, FNAC, TNDMII, Silo Auto – Matosinhos, Teatro da Comuna, CCB, Largo Residências, Festival TODOS.

João Vladimiro

João Vladimiro (1981) integrou a companhia Circolando de 1999 a 2012. Foi criador e ator nos espetáculos: Caixa Insólita; Rabecas; Giroflé; Cavaterra, Charanga; Quarto Interior e Mansarda. Foi fotógrafo de cena e realizou os vídeos de cena para Casa-Abrigo e Areia.

Em 2009, colabora como criador/intérprete, com a coreógrafa Madalena Victorino nos espetáculos Vale e Flecha.
Em 2010 colabora, como bailarino, com a coreógrafa Karine Ponties no espetáculo Tuco. Estreou em Almada e a última representação foi em Bruxelas, 2011.

Em 2012, fez assistência de encenação para o espetáculo Salomé perdeu a Luz de Costanza Givone.
Em 2013, fez assistência de encenação para os espetáculos Santas de Roca de Costanza Givone e Alcovas Brancas de Ainhoa Vidal.

Em 2014, colabora, como intérprete e cocriador, no espetáculo Território de Joana Providência.

Também se envolveu na realização e escrita para cinema:
Foi convidado pela Fundação Calouste Gulbenkian, para desenvolver e escrever o documentário Jardim, sobre os Jardins da Fundação e o seu arquiteto Ribeiro Telles. O documentário está integrado na comemoração do 50º aniversário daquela instituição. Estreou no Doclisboa 2008 e foi exibido em vários Festivais internacionais como Fid Marseille e Mar de Plata (Argentina).

Em 2006, realizou a curta-metragem “Pé na Terra”.

Em 2008 leciona uma formação intensiva de 1 mês na área do documentário, na ilha de São Miguel, juntamente com Frederico Lobo, também fotógrafo de cena, e Tiago Hespanha.

Realizou e escreveu o filme Lacrau. Estreou em 2013, na décima edição do Festival IndieLisboa. Lacrau passa por festivais importantes como FID Marselha, Rio de Janeiro, Vienalle, Sevilha e outros.

O seu último filme, A Lã e a Neve, estreou em 2014, sobre a criação de um espetáculo de Madalena Victorino.

Em 2015 recebeu apoio do ICA para realizar a curta-metragem Do Berço prá Cova.

Jorge Andrade

Jorge Andrade (1973) é diretor artístico, ator, encenador, dramaturgo e programador. Pertenceu ao Teatro da Garagem entre 1993 e 2001, tendo interpretado quase todos os espetáculos a partir de textos de Carlos J. Pessoa. Trabalhou com os encenadores Carlos Jorge Pessoa, Jorge Silva Melo, Jorge Listopad, Artur Ramos, Rogério de Carvalho, João Mota, entre outros.

Trabalhou também com Jorge Listopad, Actores Produtores Associados (APA), Companhia Maior, Comuna – Teatro de Pesquisa, Forced Entertainment, entre outros.

É membro fundador da companhia de teatro portuense mala voadora e desempenha o cargo de diretor artístico. Leciona na Escola Superior de Teatro e Cinema do IPL.

Jorge Gonçalves

Jorge Gonçalves (1967) desempenhou funções na área do teatro, nomeadamente fotografia de cena.  Fotografou mais de 35 espetáculos da companhia Artistas Unidos.

Em Maio de 1994, em conjunto com Rui Palma, cria o Projeto “Amnésia Dança”, que continua sozinho desde 1996.

Trabalhou para vários coreógrafos, encenadores e estruturas de criação:
ACARTE / Centro de Arte Moderna (1999-2003), APA, Balleteatro, Companhia Clara Andermatt, Conceição Nunes, Companhia de Dança de Almada, Companhia Dança Contemporânea de Évora, Círculo Ar – Grupo de Movimento, Faculdade de Motrocidade Humana, João Fiadeiro/RE.AL., João Garcia Miguel/Olho, Jorge Silva Melo/Artistas Unidos, Olga Roriz, Companhia Paulo Ribeiro, TNDMII (2003) Victor Gama, VooArte, entre outros.

Tem efetuado a cobertura de vários eventos culturais, nomeadamente relacionados com a dança:
Festival Danças na Cidade, Skite 94/ RE.AL., V Aniversário da RE.AL. 95, Homenagens (Culturgest), Quinzenas de Dança de Almada, Mediterrâneos (Culturgest), LAB’S – Projectos em Movimento/RE.AL, “31 de Dezembro de 1999”/RE.AL., Festival X/Olho, Festival Mergulho no Futuro/Expo 98, “Dançar o que é nosso”/Danças na Cidade, “Lugar à Dança” I e II/VooArte, Encontros Acarte 1999-2003, Jazz em Agosto 2001.

Outras identidades e estruturas de criação com quem teve a oportunidade de trabalhar:
Alain Platel/Ballets Contemp. de la Belgique, Artservice International/ Robert Ashley, Art. M. Company, Barcelona Addictos, Barley Mackay – Green/Boardwalk, Blue White Dance Co., Balemodern Ankara, Blue Wing Dance Co., , Citemor, Canibalismo Cósmico, Companhia Dança Popular da Universidade Técnica, Companhia Clássica Contemporânea, Cia. Chameckilerner, Co. de Danza Bulubú, Cia. de Dança Itamar Sampaio, C.D.C. Dance Company, Cia. Nova Dança 4, Caixa de Imagens, Desperate Man, Dançarte, Dual Dance Project, Dance Housedance Co. Eli Villanger, Escola Superior de Dança, Guilherme Botelho/Aliás Co., Grupo Cena 11 Cia. De Dança, Grupo XPTO, Headlong Dance Theater, H., Mara Castillo/Backstage Co., Maria Radich, Monika Rebcova Dance, Márcia Milhazes Dança Contemp., Von Heiduck,Wax Factory, Woudi et Veronique (Kiosk), Zagreb Dance Co., Zbang Dance Co.

José Caldeira

José Carlos Duarte

José Carlos Duarte (Castelo Branco, 1971), aka José Júpiter, vive e trabalha em Lisboa. Licenciado em “Engenharia de Informática” e com uma pós-graduação em “Fotografia, Projeto e Arte Contemporânea”, trabalha maioritariamente na área das “Tecnologias da Informação”. Como fotógrafo, colabora regularmente com a companhia mala voadora e com os coreógrafos João dos Santos Martins e Tiago Cadete. Produz também regularmente imagens para o Arquitecto José Capela no contexto do seu trabalho como cenógrafo e director artístico da mala voadora. Foi professor de fotografia e expõe de forma irregular o seu trabalho autoral desde 2009.

Limamil (João Paulo Lima)

Luís Ferreira Alves

Luís Ferreira Alves (1938-2022) nasceu em Valadares, Vila Nova de Gaia. Registou a atividade teatral de companhias portuenses, nomeadamente, o Teatro Experimental do Porto, o Teatro Universitário do Porto e o TEARLer mais…