Cristina Reis

Cristina Reis (1945) nasceu e reside em Lisboa, para além de ser cenógrafa e figurinista, também fez fotografia de cena e iluminação, no Teatro da Cornucópia. Em 1960 iniciou formação em designLer mais…

Francisca Moreira

Francisca Moreira (Coimbra, 1982) interessou-se por fotografia desde muito cedo, começando a revelar em câmara escura com 12 anos, no Clube de Fotografia da sua escola. Estudou fotografia no Cenjor e foi fotógrafa e editora fotográfica do Jornal Universitário de Coimbra, A Cabra. Colaborou, como editora fotográfica, na reedição da revista secular Via Latina e foi fotógrafa e editora fotográfica do MACA – Magazine de Artes de Coimbra e Afins. Em 2013, realizou com Sílvio Correia Santos uma instalação sonora e fotográfica intitulada Águas Mil. Especializou-se em fotografia de cena, começando por trabalhar com o grupo de teatro A Prensa, em 2001, e trabalhando, desde 2003, com a Marionet. Actualmente, é fotógrafa e produtora executiva da Marionet e dá aulas de Produção Teatral, na Escola Superior de Educação de Coimbra. À parte disso, fez o Curso de Locução da Rádio Universidade de Coimbra, licenciou-se em Comunicação e Design Multimédia, tem um curso de especialização em Marketing e Comunicação e trabalhou no Centro de Artes de Águeda. Também colabora com a produtora Lugar Comum, afaga gatos e viaja sempre que pode.

Margarida Dias

Margarida Dias (Lisboa, 1966), formou-se em 1989 em Fotografia no Ar.Co, onde ficou, a convite, enquanto Professora, até 2006. Exerceu docência também no Instituto de Artes e Ofícios da Universidade Autónoma de Lisboa.

No âmbito das artes performativas foi fotógrafa residente do Teatro Nacional D. Maria II de 2003 a Abril de 2010. Colaborou pontualmente com o Teatro da Trindade, Teatro Maria Matos, Teatro Meridional, Teatro dos Aloés e Escola de Mulheres.

Enquanto fotógrafa profissional colaborou com vários órgãos de comunicação social (Revista do Semanário Expresso (1992), Textos e Pretextos (Universidade de Lisboa), Revista A.23), agências de publicidade, ateliers de design, de decoração e de arquitectura. Conta com mais de 30 exposições individuais e várias colectivas e está representada em colecções públicas e privadas, quer no estrangeiro (Fondazione Italiana per la Fotografia – Turim, Itália), quer em Portugal (Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa; Encontros de Imagem – Braga; Colecção Culturgest; Colecção PLMJ – Sociedade de Advogados).

Paulo Catrica

Paulo Catrica (Lisboa, 1965) estou Fotografia na Ar.Co (1984/85), licenciou-se em História na Universidade Lusíadas (1992). Em estudos pós-graduados é mestre em Imagem e Comunicação pela Goldsmith’s College (1997) e doutorado em Estudos de Fotografia pela Universidade de Westminster (2011). Foi bolseiro do Centro Português de Fotografia (1995), da Calouste Gulbenkian Foundation (2001) e da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2006/2010 & 2014/2019). É desde 2019 Investigador residente no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa.

O trabalho fotográfico de Paulo Catrica incide principalmente em fotografia de lugares, paisagem e arquitectura. Persiste no seu trabalho, que normalmente é composto por séries, a ideia de associar arquitectura (objecto) com contexto envolvente o uso quotidiano. Ensaiando assim a possibilidade de (re)criar um ‘lugar’ fotográfico, simultaneamente tangencial e simbólico da memória colectiva, como uma alegoria do lugar comum. Como autor, tem exposto e editado regularmente desde 1997. Foi autor de dois projectos de encomenda sobre Teatros para o Teatro Nacional de São Carlos e para o Teatro Nacional D. Maria II. Desenvolveu também um projecto para a Companhia Nacional do Bailado que nunca chegou a ser exposto e/ou editado.

Entre 1989 e 1992 fotografou a Oficina Coreográfica na Escola Superior de Dança em Lisboa e as encenações de Mário Feliciano do Teatro da Politécnica. Para além da fotografia de cena, material promocional e retratos de actores, foi responsável pontualmente por fotografia e vídeo para cenografia.