António MV
António MV (Faro, 1976) é licenciado em Artes Plásticas pela Escola Superior de Arte e Design (ESAD). Entre várias exposições em que já participou podem destacar-se New Queer Cinema Exhibition [ Festival Internacional de Cinema Queer ] / Galeria Wrong Weather (2017), Festival Paragem – Edição ZERO – Algarve Exposição de artes visuais/performance (2019) e Esta Noite – Pedro Cabrita Reis e João Ferro Martins Convidam (2020). No âmbito das artes performativas trabalha com a mala voadora, o Teatro Nacional 21, O Colectivo 84, Ao Cabo Teatro, entre outros. Uma parte significativa do seu trabalho fotográfico e videográfico é utilizado na cenografia de espetáculos. Autor de fotografia de bastidores e de ensaios e de imagens utilizadas como material promocional.
Arlindo Pinto
Arlindo Pinto (Riodades, 1962) frequentou inúmeros cursos como Cultura Visual e Teoria da Imagem (SNBA), Alternative Dreams – Oficina de Processos Alternativos (IMAGERIE) e Estrategias Para La Estruturación Del Trabajo Fotográfico com Eduardo Momeñe (DERIVA) (2020); Goma Bricomatada (IMAGERIE) (2017); Cianotipia (IMAGERIE) (2015); História da Fotografia Contemporânea (Ar.Co) e Photo Book Design (Ar.Co) (2014); Escola Informal de Fotografia do Espectáculo com Susana Paiva (2013); Linguagem e Estética da Fotografia (MEF) (2009); Fotografia Aplicada (MEF) (2008); Estética Fotográfica (Oficina da Imagem) e Moda (WS8A) (2005); Curso Profissional de Fotografia (Oficina da Imagem) (2004).
Faz maioritariamente fotografia de autor e no âmbito das artes performativas tem fotografado essencialmente espectáculos de música, contando com mais de dois milhares de espectáculos/festivais fotografados. Começou a colaborar em 2019 com o projecto CORPOEMCADEIA, um projecto da Companhia Olga Roriz voltado para a população prisional com uma abordagem inclusiva seguindo o modelo de intervenção Terapia Gestalt.
Armindo Cardoso
Armindo Cardoso (Porto, 1943) começou a fotografar em 1966. A partir desse ano trabalha em Paris, primeiro como técnico de fotografia científica no Collège de France (CNRS) e, depois, na realização de diaporamas para o Office Français de Techniques Modernes d’Education.
Em 1969 parte para o Chile, tornando-se editor gráfico e fotógrafo do semanário Chile Hoy. É assistente do fotógrafo polaco Bob Borowicz. Durante a sua permanência no Chile, colabora com o ICIRA – Instituto de Capacitación y Investigación en Reforma Agraria, ligado à FAO, trabalha com as editoras Universitaria e Quimantú e colabora com a Universidade de Concépcion e as revistas Educación e Paloma. Ainda no Chile, participa nos filmes La Batalla de Chile, de Patrício Guzman (1972/1973) e Estado de Sítio, de Costa Gravas (1973). Regressa a Portugal em 1974, tendo trabalhado com vários municípios: Almada, Benavente, Chamusca, Coruche, Portel, Porto e Seixal.
A partir de 1975 faz fotografia de teatro, com a Seiva Trupe do Porto, O Teatro de Animação de Setúbal, a Barraca e a Companhia de Teatro de Almada, entre outras.
Em 1991 dá um curso de animação fotográfica no Centro Artístico e Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian e inicia uma colaboração com a Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e a Revista do Centro Português de Design.
É co-autor da parte fotográfica de várias obras, nomeadamente do livro Chile o Muerte, do escritor chileno German Marín, editado no México, em 1974, pela Editorial Diógenes, livro incluído em El fotolibro latino-americano de Horacio Fernández, 2011, Editorial RM, México.
Participa na realização da capa e dá colaboração fotográfica na Fotobiografia de José Gomes Ferreira (2000), bem como no catálogo e na exposição fotográfica Operário das Palavras sobre José Gomes Ferreira, no Palácio das Galveias (2000-2001) e no catálogo da exposição “A Revolução é um Sonho” sobre o mesmo escritor, na Biblioteca-Museu da República e Resistência (2000-2001). Colabora na monografia de mestrado Imagens de Cena – Agenciar os Territórios de 1383 (2002) de Selda Soares.
Carlos Cristóvão
Carlos Cristóvão (Vila Franca de Xira, 1973) tem formação na Ar.Co, no Conservatório Nacional de Música, na Fundação Calouste Gulbenkian, no CENJOR e na IADE.
Publica fotografias mensalmente em revistas de arte, moda e viagens. Trabalha desde 2017 com os The Mother Fuckers e para além da fotografia de cena, de ensaios e de bastidores, faz retratos e é responsável por registar performances para a câmara.
Fernando Alves
Fernando Alves (Leiria, 1969) é licenciado em Engenharia Física pela Universidade de Coimbra. A sua actividade como fotógrafo iniciou-se em 2015 tendo estudado, e desenvolvido projectos artísticos, no âmbito da Escola Informal de Fotografia [EIF] organizada e orientada pela fotógrafa Susana Paiva. Interessa-se por fotografia de espectáculo, tendo realizado trabalhos fotográficos, nomeadamente de ensaios, em colaboração com a Companhia Olga Roriz e com o festival CITEMOR.
Helena Gonçalves
Helena Gonçalves (1978, Portimão), é cofundadora do Black Box Atelier, um espaço dedicado à fotografia e criação, digitalização, pós produção, impressão e acabamentos. Finalista do Curso Avançado de Fotografia do Ar.Co, em Lisboa, em 2004.
É Professora de Fotografia no Ar.Co. escola de arte e comunicação em Lisboa e Almada, desde 2005, professora no departamento de fotografia, técnica e prática, acompanhamento de trabalho, impressão de fotografia a preto e branco em laboratório analógico, pós-produção em formato digital. É Professora de Fotografia no Atelier de Lisboa, escola de fotografia vocacionada para o trabalho fotográfico numa perspectiva autoral, desde 2018, professora de pós-produção em formato digital. É Professora de Fotografia na ETIC, pós-produção em formato digital no curso de fotografia.
Fotógrafa do Grupo de Teatro Útero, acompanhamento dos ensaios e espectáculos, criação de fotografias para cartazes e divulgação, desde 2000. Fotógrafa free lance para outras companhias, acompanhamento dos ensaios e espectáculos, criação de fotografias para cartazes e divulgação, criação de fotografias para cenário desde 2000. Participou em diversas exposições individuais e colectivas, desde 2003, em Portugal, Espanha, França, Itália e República Checa. O seu trabalho integra as colecções da Fundação EDP e da Fundação José Saramago, assim como diversas colecções privadas.
Hugo Costa Marques
Hugo Costa Marques (Viseu, 1978) frequentou o Workshop de Pilotagem de Drones e Fotografia Aérea – RGDrones – Lisboa e o Workshop de Fotografia de Arquitectura no Instituto Português de Fotografia do Porto (2016). Participou em Workshops coordenados pela fotógrafa Susana Paiva na Escola Informal de Fotografia (2014 e 2012/2013). Assistiu à Masterclass de Montagem e Comissariado de Exposições Fotográficas no Instituto Português de Fotografia do Porto (2011). Frequentou também o Curso Profissional de Fotografia no Instituto Português de Fotografia do Porto (2008/2010). Participou ainda nos seguintes cursos e formações: Formação de Técnicas de Fotografia, Execução de Fotografia e Exposição (2008); Curso de Técnica de Fotografia no Instituto Português de Fotografia do Porto (2007); Curso de Fotografia Digital do Instituto Português de Fotografia do Porto (2005); Curso Expor Arte Contemporânea, Fundação Calouste Gulbenkian (2003). Hugo Costa Marques é licenciado em Ensino, variante de Educação Visual e Tecnológica (1988/2002).
Hugo Costa Marques conta com várias publicações e desenvolve diversos trabalhos na área da fotografia. É dinamizador de vários Workshops e Cursos de Fotografia. É ainda Professor no Curso de Educação e Formação Operador de Fotografia. Nas artes performativas fotografou o Teatro da Garagem.
João Pedro Barriga Martins
João Pedro Barriga Martins (1995) foi fotógrafo e videógrafo, na companhia 33 Ânimos, nas peças Corpo Futuro e Fake News: Naked Fews de Ricardo Cabaça, assim como fotógrafo no projeto “Conversas” do Arquivo 237.
José Carlos Duarte
José Carlos Duarte (Castelo Branco, 1971), aka José Júpiter, vive e trabalha em Lisboa. Licenciado em “Engenharia de Informática” e com uma pós-graduação em “Fotografia, Projeto e Arte Contemporânea”, trabalha maioritariamente na área das “Tecnologias da Informação”. Como fotógrafo, colabora regularmente com a companhia mala voadora e com os coreógrafos João dos Santos Martins e Tiago Cadete. Produz também regularmente imagens para o Arquitecto José Capela no contexto do seu trabalho como cenógrafo e director artístico da mala voadora. Foi professor de fotografia e expõe de forma irregular o seu trabalho autoral desde 2009.
Magda Fernandes
Magda Fernandes (Porto, 1981) é uma artista visual e membro do atelier/coletivo Imagerie desde a sua fundação em 2008, onde desenvolve trabalho autoral, educativo, editorial e de pesquisa, com foco na área da fotografia experimental e dos processos alternativos. Frequentou o Curso de Fotografia e Laboratório a Preto e Branco Kamera Photo com João Carvalho de Sousa (2000), o Curso Profissional de fotografia do IPF (2005), com estágio profissional em fotografia de cena, e o Curso de desenvolvimento de projeto da Escola Informal de Fotografia de Espectáculo com Susana Paiva (2014).
Destacam-se os seus projetos na área da formação em parceria com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, o MUHNAC, a Trienal de Arquitetura, o Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira ou a Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger.
Na área da edição independente, tem projetos como editora e autora de publicações (Coleção TOSCA, Arquivo das Imagens Não Vistas) e livros de artista (Coleção Conto Azul), patentes em coleções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro. Na área da publicação, destacam-se ainda colaborações com projetos fotográficos e/ou textos, com a revista de literatura ibero-americana Philos (Brasil), a revista Hand, Magazine for reproduction based art (EUA), a revista de fotografia contemporânea Propeller, a editora independente Huggly Books ou a editora Companhia das Ilhas (Portugal). Como autora de projetos fotográficos, tem trabalhos expostos individualmente em Lisboa, Amarante, Barreiro e Ponta Delgada e em coletivas em Setúbal, Porto, Vila do Conde, Lisboa, Espanha, México, EUA, Peru e Colômbia.
No âmbito das artes performativas fotografou pontualmente o Teatro da Garagem, o Teatro GRIOT e espetáculos do coreógrafo Luiz Antunes.