Ana Rita Delille
Ana Rita Delille (1981) nasceu em Coimbra. Trabalha essencialmente como documentarista, usando a fotografia como meio para preservar os espaços e momentos da memória coletiva. Fotografou espetáculos para a companhia 33 Ânimos.
Bruno José Silva
Bruno José Silva (Leiria, 1992) é Licenciado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa (FAUTL) em 2014. Em 2017, foi-lhe atribuída a Bolsa de Mérito na Formação Completa de Fotografia da HÉLICE, em Lisboa. Com base no seu background em arquitetura, usa esta formação como mote de investigação e construção de novos projetos, que podem adquirir diferentes dispositivos espaciais – instalação, vídeo e fotografia – procurando sempre questionar o estatuto da imagem, o seu potencial de fractura, a sua utilização e os mecanismo da sua produção. Entre as recentes exposições destacam-se “I Will Take The Risk” no Tomaz Hipólito Studio (Lisboa, PT), “Natureza do Espaço” no Espaço Porto Cruz (Porto, PT) com cur. Tiago Casanova e “Ta`avale” no HANGAR (Lisboa, PT), a exposição individual “Paisagens Desabitadas” na Câmara Escura (Torres Vedras, PT) com cur. Teo Pitella. Foi distinguido com uma menção honrosa pelo seu trabalho na JOV`ARTE Bienal Jovem 2019. Em 2020 é convidado em integrar o seu trabalho no projeto raum:residências artísticas online, organizado pelos alunos da Pós-Graduação em Curadoria da NOVA FCSH e Galerias Municipais/EGEAC. Desde 2017, paralelamente ao seu trabalho, colabora com a companhia de teatro Plataforma285 e com a criadora Ana Libório na criação de imagem para a comunicação, fotografia de cena e cenografia.
Carlos Fernandes
Carlos Fernandes (África do Sul, 1979) frequentou o Curso de Artes Plásticas na ESAD. O fotógrafo colaborou com a Companhia Paulo Ribeiro, Companhia Formiga Atómica, Lavrar o Mar e Dentro do Covil. A colaboração mais longa é mantida com a Trigo Limpo Teatro ACERT, tendo fotografado cerca de 30 espectáculos desde 2007.
Carlos Gomes
Carlos Gomes (1973, Coimbra) é Licenciado em Artes Plásticas da ARCA-EUAC (1991) e fez estudos pós-graduados em Óptica e Lazer na UA (1996). Em 2015 frequentou a formação em regime de workshops de longa duração em Fotografia de Espectáculo oferecido pela Escola Informal de Fotografia e dirigido pela fotógrafa Susana Paiva. No ano seguinte participou na mesma Escola e com a mesma fotógrafa numa formação no mesmo regime de Memória e Imaginação.
Carlos Gomes conta com inúmeras publicações, entre elas Tempos de Identidade Vol. #01 (ed. God Publishing, 2020) e, enquanto co-autor, em 20 fotografias de rua (ed. Vieira da Silva, 2014-15). O fotógrafo participou em mais de uma dezena de exposições individuais e colectivas em território português, das quais se destacam as edicções de 2015 e 2016 de «Jardins Efémeros» em Viseu; «Eu não sou uma ilha» em 2017 no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz; «Palcografias» no Teatrão em Coimbra, em 2017.
Foi premiado com uma menção honrosa na 1ª edição de «Photo – Museu do Vinho da Bairrada» em 2014, venceu o 1º Prémio da Fotograf’arte – Memórias em 2014 e foi vencedor do ranking editorial do site de fotografia olhares.com em 2019.
Fotografa desde 2011 espectáculos performativos e fotografou desde cena a ensaios, retratos, bastidores e cenografia companhias e grupos como O Teatrão, Trincheira Teatro, Ricardo Correia – Casa da Esquina, Leirena Teatro.
Cristina Reis
Cristina Reis (1945) nasceu e reside em Lisboa, para além de ser cenógrafa e figurinista, também fez fotografia de cena e iluminação, no Teatro da Cornucópia. Em 1960 iniciou formação em designLer mais…
Filipe Figueiredo
Fotografia de Cena (em contexto de formação de Artes Performativas e Teatro Aberto). Fotojornalismo (Global Notícias) – Fotógrafo freelancer (publicidade – viagens – outros) 2004-2007.
Fotografia de autor.
Francisca Moreira
Francisca Moreira (Coimbra, 1982) interessou-se por fotografia desde muito cedo, começando a revelar em câmara escura com 12 anos, no Clube de Fotografia da sua escola. Estudou fotografia no Cenjor e foi fotógrafa e editora fotográfica do Jornal Universitário de Coimbra, A Cabra. Colaborou, como editora fotográfica, na reedição da revista secular Via Latina e foi fotógrafa e editora fotográfica do MACA – Magazine de Artes de Coimbra e Afins. Em 2013, realizou com Sílvio Correia Santos uma instalação sonora e fotográfica intitulada Águas Mil. Especializou-se em fotografia de cena, começando por trabalhar com o grupo de teatro A Prensa, em 2001, e trabalhando, desde 2003, com a Marionet. Actualmente, é fotógrafa e produtora executiva da Marionet e dá aulas de Produção Teatral, na Escola Superior de Educação de Coimbra. À parte disso, fez o Curso de Locução da Rádio Universidade de Coimbra, licenciou-se em Comunicação e Design Multimédia, tem um curso de especialização em Marketing e Comunicação e trabalhou no Centro de Artes de Águeda. Também colabora com a produtora Lugar Comum, afaga gatos e viaja sempre que pode.
Hugo Bernardo
Hugo Fernando Henriques Mendes Bernardo, nasceu a 18 de janeiro de 1979 nas Caldas da Rainha. Até aos dezoito anos estudou em Rio Maior, concelho de residência, onde completou o décimo segundo ano de escolaridade. Na cidade de Leiria, entre 1997 e 2001, formou-se em Primeiro Ciclo e Educação Física.
Concluída a licenciatura, lecionou em algumas escolas do distrito de Lisboa e, em 2003, aventurou-se pelo arquipélago dos Açores, tendo sido colocado na ilha do Pico, abraçando os desafios inerentes. Atualmente, reside na ilha Terceira e, desde 2007, que é docente na Escola Básica e Secundária Tomás de Borba. Foi nesta ilha que, em 2016, se iniciou no mundo fotográfico através da Formação Inicial em Fotografia. Desde então, tem participado em formações complementares no âmbito da fotografia de Retrato, de Rua, de Arquitetura, e também, de Edição. O seus grandes fascínios são fotografar histórias e performances de Dança, registando as emoções por elas evidenciadas.
Efetuou vários registos fotográficos em viagens pelas ilhas açorianas, em estadias em diferentes continentes, bem como em espetáculos musicais, teatrais, entre outros eventos locais e, também histórias de casamentos e batizados.
Joana Dilão
Joana Dilão (Lisboa, 1978) fez o curso “A História e a Estética do Cinema” na IADE (1998); 1999 participou no Workshop de Realização de Documentários Criativos com Imagens de Arquivo ministrado por Malik Bensmail (1999) no Festival Internacional de Cinema de Avanca; participou no Workshop de fotografia de Cinema Ministrado por John Bayley na ESTC (2000); frequentou o Seminário “História das Ideias e das Imagens” ministrado por Ana Pinto (2001); frequentou o Curso de Fotografia Profissional na ETIC (1997-2000); Curso de Fotografia Comercial na ETIC (2000-2001); frequentou o Programa de Estudos Independentes, Artes Visuais da Associação Maumaus (2003-2007).
Joana contribuiu com fotografia para inúmeras publicações como para o Teatro Português Contemporâneo: Experimentalismo, Política e Utopia[Título Provisório] edição do TNDMII e da Bicho do Mato ou para o site Jogos Florais (poesia e crítica) onde também é responsável por trabalho vídeo. Participou também em exposições colectivas e individuais. Em 2001 ganhou o 3º prémio na área de fotografia da CenaD’arte
Quando iniciou a prática fotográfica em 1998 fazia fotografia de autor. Durante dois anos também fez fotojornalismo na área do ambiente e desde 2006 que faz fotografias de espetáculos. Enquanto fotógrafa de cena destaca-se o espectáculo “Top Models: Paula Sá Nogueira (um bestiário)” do Cão Solteiro, companhia da qual é produtora desde 2008. Desde 2009 Joana Dilão passou a conciliar o seu trabalho principal de produção com a fotografia de todos os espectáculos do Cão Solteiro.
João Pedro Barriga Martins
João Pedro Barriga Martins (1995) foi fotógrafo e videógrafo, na companhia 33 Ânimos, nas peças Corpo Futuro e Fake News: Naked Fews de Ricardo Cabaça, assim como fotógrafo no projeto “Conversas” do Arquivo 237.