António MV
António MV (Faro, 1976) é licenciado em Artes Plásticas pela Escola Superior de Arte e Design (ESAD). Entre várias exposições em que já participou podem destacar-se New Queer Cinema Exhibition [ Festival Internacional de Cinema Queer ] / Galeria Wrong Weather (2017), Festival Paragem – Edição ZERO – Algarve Exposição de artes visuais/performance (2019) e Esta Noite – Pedro Cabrita Reis e João Ferro Martins Convidam (2020). No âmbito das artes performativas trabalha com a mala voadora, o Teatro Nacional 21, O Colectivo 84, Ao Cabo Teatro, entre outros. Uma parte significativa do seu trabalho fotográfico e videográfico é utilizado na cenografia de espetáculos. Autor de fotografia de bastidores e de ensaios e de imagens utilizadas como material promocional.
Carlos Fernandes
Carlos Fernandes (África do Sul, 1979) frequentou o Curso de Artes Plásticas na ESAD. O fotógrafo colaborou com a Companhia Paulo Ribeiro, Companhia Formiga Atómica, Lavrar o Mar e Dentro do Covil. A colaboração mais longa é mantida com a Trigo Limpo Teatro ACERT, tendo fotografado cerca de 30 espectáculos desde 2007.
Carlos Gomes
Carlos Gomes (1973, Coimbra) é Licenciado em Artes Plásticas da ARCA-EUAC (1991) e fez estudos pós-graduados em Óptica e Lazer na UA (1996). Em 2015 frequentou a formação em regime de workshops de longa duração em Fotografia de Espectáculo oferecido pela Escola Informal de Fotografia e dirigido pela fotógrafa Susana Paiva. No ano seguinte participou na mesma Escola e com a mesma fotógrafa numa formação no mesmo regime de Memória e Imaginação.
Carlos Gomes conta com inúmeras publicações, entre elas Tempos de Identidade Vol. #01 (ed. God Publishing, 2020) e, enquanto co-autor, em 20 fotografias de rua (ed. Vieira da Silva, 2014-15). O fotógrafo participou em mais de uma dezena de exposições individuais e colectivas em território português, das quais se destacam as edicções de 2015 e 2016 de «Jardins Efémeros» em Viseu; «Eu não sou uma ilha» em 2017 no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz; «Palcografias» no Teatrão em Coimbra, em 2017.
Foi premiado com uma menção honrosa na 1ª edição de «Photo – Museu do Vinho da Bairrada» em 2014, venceu o 1º Prémio da Fotograf’arte – Memórias em 2014 e foi vencedor do ranking editorial do site de fotografia olhares.com em 2019.
Fotografa desde 2011 espectáculos performativos e fotografou desde cena a ensaios, retratos, bastidores e cenografia companhias e grupos como O Teatrão, Trincheira Teatro, Ricardo Correia – Casa da Esquina, Leirena Teatro.
João Paulo Serafim
João Paulo Serafim (Paris, 1974) frequentou o Curso em Fotografia do Ar.Co (1993/96), frequentou o Curso Avançado de Artes Plásticas também no Ar.Co (1997). Em 2005 fez o Curso de Fotografia do programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. Fez estudos pós-graduados em Arte Multimédia da Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2013/14). O artista visual tem participado em dezenas de exposições em Portugal e no estrangeiro. Foram atribuídas a João Paulo Serafim várias Bolsas, entre as quais se podem destacar as Bolsas de Apoio à Criação da Fundação Calouste Gulbenkian (2005 e 2012). Venceu, entre vários outros, o Prémio do Público no FUSO_Festival de Video Art (2019). É formador na área da Fotografia e tem sido Conferencista em várias instituições (Ar.co, ETIC, IADE, Atelier de Lisboa, IPT, Hélice, Lusófona).
Colabora em criações de Teatro e Dança desde 2007, enquanto co-criador. É também responsável por manipulação visual ao vivo, pela documentação e registo dos espectáculos. É também intérprete. As companhias com quem colabora de forma regular são o Teatro do Vestido e o Nome Próprio. Faz também fotografia de Arquitectura e de Exposições.
Margarida Araújo
Margarida Araújo (Lisboa, 1956) é formada em História tem vindo a dividir a sua vida profissional entre o ensino e a investigação. Neste âmbito tem desenvolvido estudos ligados à História da Cerâmica e da Azulejaria, à História da Fotografia, à História Local e à defesa do Património (membro fundador do PH -Associação Património Histórico). Paralelamente tem dedicado parte do seu tempo livre a fotografar. Não possuindo formação específica neste domínio tem aperfeiçoado gostos e conhecimentos técnicos com fotógrafos profissionais e amadores (Workshop de Retrato com Nanã Sousa Dias, 2005). Hoje em dia realiza diversos trabalhos profissionais e expõe regularmente. É membro fundador da Associação f2.8 – Colectivo Fotográfico. Tem obtido prémios em diversos concursos, participado em inúmeras exposições e publicações. Para além do trabalho de fotografia e vídeo nas artes performativas, maioritariamente em colaboração com o Teatro da Rainha, produz fotografia de autor, fotografia por encomenda e fotografias de produto (para museus ou colecções privadas).
Paulo Abrantes
Paulo Abrantes (Luanda, 1969) iniciou a sua formação em 1988 no Centro de Estudos de Fotografia da Associação Académica de Coimbra, onde frequentou um Curso de Iniciação à Fotografia (analógica) e diversos workshops temáticos. Participou em diversos workshops e cursos de fotografia digital. Tem inúmeras publicações e exposições, tanto individuais como colectivas.
Fotografou cerca de meia centena de espectáculos, ensaios e bastidores do grupo de teatro O Teatrão.
Documentou diversos eventos de magia, nomeadamente espetáculos de rua e galas internacionais dos Encontros Mágicos de Coimbra (de1999 a 2020, exepto 2019), Lisboa Mágica (2008, 2009 e 2010) bem como o evento internacional ESSENTIAL MAGIC CONFERENCE (2010, 2011 e 2012) – entre outros.
Paulo Catrica
Paulo Catrica (Lisboa, 1965) estou Fotografia na Ar.Co (1984/85), licenciou-se em História na Universidade Lusíadas (1992). Em estudos pós-graduados é mestre em Imagem e Comunicação pela Goldsmith’s College (1997) e doutorado em Estudos de Fotografia pela Universidade de Westminster (2011). Foi bolseiro do Centro Português de Fotografia (1995), da Calouste Gulbenkian Foundation (2001) e da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2006/2010 & 2014/2019). É desde 2019 Investigador residente no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa.
O trabalho fotográfico de Paulo Catrica incide principalmente em fotografia de lugares, paisagem e arquitectura. Persiste no seu trabalho, que normalmente é composto por séries, a ideia de associar arquitectura (objecto) com contexto envolvente o uso quotidiano. Ensaiando assim a possibilidade de (re)criar um ‘lugar’ fotográfico, simultaneamente tangencial e simbólico da memória colectiva, como uma alegoria do lugar comum. Como autor, tem exposto e editado regularmente desde 1997. Foi autor de dois projectos de encomenda sobre Teatros para o Teatro Nacional de São Carlos e para o Teatro Nacional D. Maria II. Desenvolveu também um projecto para a Companhia Nacional do Bailado que nunca chegou a ser exposto e/ou editado.
Entre 1989 e 1992 fotografou a Oficina Coreográfica na Escola Superior de Dança em Lisboa e as encenações de Mário Feliciano do Teatro da Politécnica. Para além da fotografia de cena, material promocional e retratos de actores, foi responsável pontualmente por fotografia e vídeo para cenografia.
Sofia Berberan
Sofia Berberan (Lisboa, 1980) é Licenciada em Filosofia e de momento frequenta o Mestrado em Artes Cénicas da FCSH-UNL. Fez o Curso Profissional Fotografia no Instituto Português de Fotografia.
Iniciou o seu percurso enquanto fotógrafa em 2010, colaborando com o actor e criador Paulo Lage. É fotógrafa residente do Teatro GRIOT desde 2013. O tempo e a estabilidade da relação permitiram pensar as imagens do ponto de vista técnico e político. A companhia que é constituída somente por actores e actrizes negros ocupa um lugar de intervenção que reflecte essa característica.
Outras relações que se podem destacar são as mantidas com a Imagerie Casa de Imagens e com o Festival de Teatro Mindelact. Se por um lado a Imagerie a permite experimentar técnica e conceptualmente as possibilidades da imagem fotográfica, por outro lado o Mindelact proporciona o tempo necessário para o desenvolvimente de um trabalho consistente no âmbito da performatividade da imagem fotográfica. Na edição de 2021 o Mindelact programa uma performance de Sofia Berberan em parceria com a criadora Luanna Jimenes, bem como uma residência artística.
Tânia Araújo
Tânia Araújo (1980, Lisboa) é licenciada em Audiovisual e Multimédia na Escola Superior Comunicação Social. Tem o curso Profissional de Fotojornalismo pelo CENJOR. Fez várias formações e workshops de Fotografia sendo muitos deles realizados no Movimento de Expressão Fotográfica (MEF).
Entre 2012/2020 foi produtora dos Workshop de Fotografia Documental na República da Armênia, Índia, Marrocos, São Tomé e Príncipe, China, Cuba, Moçambique e Irão. Em 2012 realizou uma formação pedagógica e fotográfica no Centro Madre Trindade em Dilor – Timor-Leste. Jovem Criadora selecionada para representar a comitiva portuguesa no 1º Congresso Internacional da Juventude “Great Silk Way”, Baku – Azerbaijão, 2012. Desde 2003 faz parte dos órgãos diretivos do MEF – Movimento de Expressão Fotográfica. Em 2011 realizou uma residência artística pela Scoala de Poetica Fotografica “Francisc Mraz”, em Bucareste e uma residência artística no projeto EVA – Exclusão de Valor Acrescentado – Bairro da Bela Vista, em Setúbal, a convite do Clube Português de Artes e Ideias, financiado pelo Programa Escolhas e pela Secretaria de Estado da Cultura/ DGArtes.
Em 2009 e 2017 foi artista finalista nos Encontros de Imagem Braga. Foi jovem criadora selecionada na área de fotografia no Concurso Jovens Criadores em 2009 e 2010. 1º prémio jovem criador Aveiro 2011. Menção Honrosa da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira em 2010. 1º Prémio do Concelho da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira em 2005 e em 2008.
No âmbito das artes performativas fotografou há volta de duas centenas de espectáculos de teatro. Tem trabalhado assiduamente no FATAL – Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa desde 2008 e colaborou durante vários anos com A Barraca e a Companhia Teatral do Chiado.