José Fabião

José Fabião (1950) nasceu e reside em Lisboa. É performer e fotógrafo, a sua formação na área da fotografia, especificamente no âmbito das artes performativas, é maioritariamente autodidata. 

Fotógrafo da Secretaria de estado da Cultura de 1976 a 1981. Desde 1981 até à atualidade, é professor na ETIC.

Fotografou desde 1979 de forma pontual, mas regularmente em grupos e companhias de performance e dança. Fez parte dos grupos de performance Diapositivos e Neon, criando as imagens para serem utilizadas nos espetáculos. Os registos fotográficos, para as companhias e performers de dança (entre eles Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Vera Mantero, Clara Andermat, Silvia Real), são usados principalmente para arquivo.
Fotógrafo da Secretaria de estado da Cultura de 1976 a 1981. Desde 1981 até à atualidade, é professor na ETIC.

Fotografou desde 1979 de forma pontual, mas regularmente em grupos e companhias de performance e dança. Fez parte dos grupos de performance Diapositivos e Neon, criando as imagens para serem utilizadas nos espetáculos. Os registos fotográficos, para as companhias e performers de dança (entre eles Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Vera Mantero, Clara Andermat, Silvia Real), são usados principalmente para arquivo.
José Fabião conta com várias publicações nas revistas Art Forum, Flash Art em catálogos vários, entre outros. Para além de ter participado em várias exposições colectivas, expôs na «Património o que é» do Mosteiro dos Jerónimos/SEC e em «Rock and Roll» da galeria Parthenon.

Fotógrafo da Secretaria de estado da Cultura de 1976 a 1981. Desde essa data até à actualidade, é professor na ETIC. Fotografou desde 1979 de forma pontual, mas regularmente grupos e companhias de performance e dança. Fez parte dos grupos de performance Diaspositivos e Neon criando as imagens para serem utilizadas nos espetáculos. Para as companhias e performers de dança (entre eles Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Vera Mantero, Clara Andermat, Silvia Real) os registos são de cena e usados principalmente para arquivo.

José Pedro Fonseca Martins

José Pedro Fonseca Martins (S. João da Madeira, 1961) é fotógrafo e professor. O convívio desde a mais tenra idade com inúmero material fotográfico de seu pai – um apaixonado pela arte – bem como a sua influência foram motivos determinantes para o início da sua actividade sistemática como fotógrafo desde 1981. Faz orientação de workshop de fotografia, tendo feito a última orientação a 13 de Outubro de 2019 com o tema “CORPOS EM MOVIMENTO”, organizado em conjunto com “Devaneios – Delírios & Utopias” de Marta Ferreira e Acrobatic Project.

Desde 1981 participou em mais de três dezenas de exposições individuais e colectivas em Portugal e no estrangeiro. É autor premiado em inúmeros certames de fotografia e editado em alguns livros da especialidade. Possui ainda trabalhos publicados em revistas de fotografia nacionais e estrangeiras, em cartazes publicitários, em blogues, jornais e capas de livros. É o responsável pela criação, desenvolvimento e actualização do projecto fotográfico “Acrobatic Project” (https://www.facebook.com/AcrobaticProject) desde 03 de Abril de 2013 e mais recentemente do blog “4 Fotografias+1 Texto” em (https://jpedromartinsfotografia.wordpress.com). É o fotógrafo do Teatro Municipal de Vila do Conde, da LFA – Lafontana Formas Animadas | Companhia de Teatro, da Companhia “Coração nas Mãos” e dos espectáculos “Um porto para o Mundo”. Tem à sua responsabilidade a organização e curadoria do Foto VC, ciclo anual de exposições de fotografia que se realiza em Portugal, na cidade de Vila do Conde.

Magda Fernandes

Magda Fernandes (Porto, 1981) é uma artista visual e membro do atelier/coletivo Imagerie desde a sua fundação em 2008, onde desenvolve trabalho autoral, educativo, editorial e de pesquisa, com foco na área da fotografia experimental e dos processos alternativos. Frequentou o Curso de Fotografia e Laboratório a Preto e Branco Kamera Photo com João Carvalho de Sousa (2000), o Curso Profissional de fotografia do IPF (2005), com estágio profissional em fotografia de cena, e o Curso de desenvolvimento de projeto da Escola Informal de Fotografia de Espectáculo com Susana Paiva (2014). 

Destacam-se os seus projetos na área da formação em parceria com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, o MUHNAC, a Trienal de Arquitetura, o Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira ou a Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger.

Na área da edição independente, tem projetos como editora e autora de publicações (Coleção TOSCA, Arquivo das Imagens Não Vistas) e livros de artista (Coleção Conto Azul), patentes em coleções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro. Na área da publicação, destacam-se ainda colaborações com projetos fotográficos e/ou textos, com a revista de literatura ibero-americana Philos (Brasil), a revista Hand, Magazine for reproduction based art (EUA), a revista de fotografia contemporânea Propeller, a editora independente Huggly Books ou a editora Companhia das Ilhas (Portugal). Como autora de projetos fotográficos, tem trabalhos expostos individualmente em Lisboa, Amarante, Barreiro e Ponta Delgada e em coletivas em Setúbal, Porto, Vila do Conde, Lisboa, Espanha, México, EUA, Peru e Colômbia.

No âmbito das artes performativas fotografou pontualmente o Teatro da Garagem, o Teatro GRIOT e espetáculos do coreógrafo Luiz Antunes.

Margarida Araújo

Margarida Araújo (Lisboa, 1956) é formada em História tem vindo a dividir a sua vida profissional entre o ensino e a investigação. Neste âmbito tem desenvolvido estudos ligados à História da Cerâmica e da Azulejaria, à História da Fotografia, à História Local e à defesa do Património (membro fundador do PH -Associação Património Histórico). Paralelamente tem dedicado parte do seu tempo livre a fotografar. Não possuindo formação específica neste domínio tem aperfeiçoado gostos e conhecimentos técnicos com fotógrafos profissionais e amadores (Workshop de Retrato com Nanã Sousa Dias, 2005). Hoje em dia realiza diversos trabalhos profissionais e expõe regularmente. É membro fundador da Associação f2.8 – Colectivo Fotográfico. Tem obtido prémios em diversos concursos, participado em inúmeras exposições e publicações. Para além do trabalho de fotografia e vídeo nas artes performativas, maioritariamente em colaboração com o Teatro da Rainha, produz fotografia de autor, fotografia por encomenda e fotografias de produto (para museus ou colecções privadas). 

Margarida Dias

Margarida Dias (Lisboa, 1966), formou-se em 1989 em Fotografia no Ar.Co, onde ficou, a convite, enquanto Professora, até 2006. Exerceu docência também no Instituto de Artes e Ofícios da Universidade Autónoma de Lisboa.

No âmbito das artes performativas foi fotógrafa residente do Teatro Nacional D. Maria II de 2003 a Abril de 2010. Colaborou pontualmente com o Teatro da Trindade, Teatro Maria Matos, Teatro Meridional, Teatro dos Aloés e Escola de Mulheres.

Enquanto fotógrafa profissional colaborou com vários órgãos de comunicação social (Revista do Semanário Expresso (1992), Textos e Pretextos (Universidade de Lisboa), Revista A.23), agências de publicidade, ateliers de design, de decoração e de arquitectura. Conta com mais de 30 exposições individuais e várias colectivas e está representada em colecções públicas e privadas, quer no estrangeiro (Fondazione Italiana per la Fotografia – Turim, Itália), quer em Portugal (Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa; Encontros de Imagem – Braga; Colecção Culturgest; Colecção PLMJ – Sociedade de Advogados).

Paulo Catrica

Paulo Catrica (Lisboa, 1965) estou Fotografia na Ar.Co (1984/85), licenciou-se em História na Universidade Lusíadas (1992). Em estudos pós-graduados é mestre em Imagem e Comunicação pela Goldsmith’s College (1997) e doutorado em Estudos de Fotografia pela Universidade de Westminster (2011). Foi bolseiro do Centro Português de Fotografia (1995), da Calouste Gulbenkian Foundation (2001) e da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2006/2010 & 2014/2019). É desde 2019 Investigador residente no Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa.

O trabalho fotográfico de Paulo Catrica incide principalmente em fotografia de lugares, paisagem e arquitectura. Persiste no seu trabalho, que normalmente é composto por séries, a ideia de associar arquitectura (objecto) com contexto envolvente o uso quotidiano. Ensaiando assim a possibilidade de (re)criar um ‘lugar’ fotográfico, simultaneamente tangencial e simbólico da memória colectiva, como uma alegoria do lugar comum. Como autor, tem exposto e editado regularmente desde 1997. Foi autor de dois projectos de encomenda sobre Teatros para o Teatro Nacional de São Carlos e para o Teatro Nacional D. Maria II. Desenvolveu também um projecto para a Companhia Nacional do Bailado que nunca chegou a ser exposto e/ou editado.

Entre 1989 e 1992 fotografou a Oficina Coreográfica na Escola Superior de Dança em Lisboa e as encenações de Mário Feliciano do Teatro da Politécnica. Para além da fotografia de cena, material promocional e retratos de actores, foi responsável pontualmente por fotografia e vídeo para cenografia.

Pedro Figueiredo

Pedro Figueiredo (1978, Porto) fez uma formação em Coimbra mas é predominantemente um autoditata na área da fotografia. No âmbito das artes performativas colabora regularmente com o Teatro do Bolhão, com a ACE – Escola Profissional de Artes do Espectáculo, Balleteatro, Fundação Serralves. Colaborou pontualmente com: a Turma; Público Reservado; O Rumo do Fumo; Teatro do Campo Alegre. 

Pedro Medeiros

Nasceu em Fevereiro de 1969.

Entre 1993 e 1999, foi membro do Centro de Estudos de Fotografia e dos Encontros de Fotografia de Coimbra. Em 1997 ingressou na Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual e na Escola de Fotografia MauMaus, em Lisboa, prosseguindo os seus estudos em Londres, no London College of Printing (2000-2001) como Bolseiro do Ministério da Cultura/Centro Português de Fotografia.

Fotógrafo freelancer desde 1999.

Realizou trabalho de investigação – encomenda fotográfica – projetos de exposição e edição com diversas instituições e empresas – nomeadamente: Ministério da Cultura/Centro Português de Fotografia – Coimbra 2003 – Capital Nacional da Cultura – Fundação Cidade de Guimarães – Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura – Câmara Municipal de Coimbra – Universidade de Coimbra – CES – Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra – Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra – Direção Regional de Cultura do Centro/Ministério da Cultura – Museu Nacional de Arte Antiga – Faculdade Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra – Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra – FEUC – Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra – PRO URBE – Associação Cívica de Coimbra – Saúde em Português – Associação de Profissionais de Cuidados de Saúde Primários dos Países de Língua Portuguesa – OTSH – Observatório do Tráfico de Seres Humanos do Ministério da Administração Interna – Associação Existências – Projeto de Prevenção e Saúde Pública – Direcção-Geral dos Serviços Prisionais/Estabelecimento Prisional de Coimbra – Teatro Académico de Gil Vicente – Fundação Inês de Castro – Festival das Artes de Coimbra – CITEMOR – Festival de Teatro de Montemor-o-Velho – Embaixada de Portugal em Tóquio – Universidade de Estudos Estrangeiros de Tóquio – Universidade de Estudos Estrangeiros de Quioto – Bluepharma – Indústria Farmacêutica – S.A.

Exposições em Portugal – Espanha – Inglaterra – Grécia – Ucrânia e Japão.

Pedro Soares

Pedro Soares (Lisboa, 1948) fez formações no Instituto Português de Fotografia, mas é maioritariamente um autodidacta. Foi Professor na Universidade Sénior de Setúbal durante 10 anos. É colaborador na Rádio Azul em Setúbal. Pedro Soares desenvolve intensa actividade profissional nas áreas do retrato, paisagem urbana e rural, teatro e dança. Cultiva o simples e o contraste, persegue a cor, aponta sinais de vida. Mistura com prazer luz natural e luz artificial, respeita os materiais que usa, cultiva valores não cotados em bolsa.
Desde 1980 que fotografa espectáculos em praticamente todo o território português, tendo também fotografado espectáculos em países como França, Bélgica, Espanha, Holanda e Checoslováquia. As companhias portuguesas com as quais manteve uma relação fotográfica foram, entre muitas outras, Teatro de Animação de Setúbal, Companhia de Teatro de Almada e O Bando. As tipologias de imagens que produziu vão desde retratos e material promocional até fotografia de cena, performance para a câmara e fotografia para cenografia.
O fotógrafo conta com um número significativo de publicações, de entre as quais se destacam Histórias de Teatro – TAS 30 anos. Os seus trabalhos integraram várias exposições desde 1982, entre as quais se incluem «Pós de palco» na Galeria de Exposições do Teatro da Malaposta (2010). Soares participou num painel do Colóquio Internacional «Imagens de Uma Ausência» organizado pelo Centro de Estudos de Teatro.

Rui Serra Ribeiro

Rui Serra Ribeiro (Lisboa, 1960)

Em 1985 iniciou a sua formação profissional de fotografia no Ar.Co em Lisboa. Em 1990/91, trabalhou como profissional na empresa Quatro ponto Quatro, publicidade e design industrial, realizando trabalhos de fotografia de produto, para marcas reconhecidas, Crisal Atlantis(cristais), Solvay (indústria química), UMM (indústria automóvel), Câmara Municipal de Lisboa (turismo) e outras.

Para o designer Henrique Cayatte, realizou fotografia documental das suas ilustrações nas Edições Caminho e o espólio do Arquitecto Cassiano Branco com exposição no Cine-Teatro Éden em Lisboa.

Todos estes trabalhos foram realizados em estúdio com câmeras analógicas de médio formato 6×6 Hasselblad e formato 9×12 Linhof.

Já na era digital, de 2010 à presente data, trabalha como fotógrafo e foi formador de cursos de iniciação e profissionais na ETIC e na ALFA em Faro, no Centro de Artes e Ofícios em São Brás de Alportel e na Casa da Juventude de Olhão.

No Algarve, o fotógrafo já expôs na Galeria ARCO, Galeria Adérita e Teatro Lethes.

Tem trabalhos de fotografia de autor publicados na prestigiada revista Egoísta.

A exposição “Saudade Guitarra Portuguesa” no teatro Lethes em Faro, foi prefaciada e apadrinhada pelo Mestre António Chaínho que abrilhantou o evento com um recital de Guitarra Portuguesa e a sua presença no programa da RTP1 Praça da Alegria.

Para além do trabalho pontual na área das artes performativas Rui Serra Ribeiro faz fotografia de autor, fotografia de casamento, eventos e fotografia comercial.