Adriana Oliveira

Ana Pereira

Armindo Cardoso

Armindo Cardoso (Porto, 1943) começou a fotografar em 1966. A partir desse ano trabalha em Paris, primeiro como técnico de fotografia científica no Collège de France (CNRS) e, depois, na realização de diaporamas para o Office Français de Techniques Modernes d’Education.

Em 1969 parte para o Chile, tornando-se editor gráfico e fotógrafo do semanário Chile Hoy. É assistente do fotógrafo polaco Bob Borowicz. Durante a sua permanência no Chile, colabora com o ICIRA – Instituto de Capacitación y Investigación en Reforma Agraria, ligado à FAO, trabalha com as editoras Universitaria e Quimantú e colabora com a Universidade de Concépcion e as revistas Educación e Paloma. Ainda no Chile, participa nos filmes La Batalla de Chile, de Patrício Guzman (1972/1973) e Estado de Sítio, de Costa Gravas (1973). Regressa a Portugal em 1974, tendo trabalhado com vários municípios: Almada, Benavente, Chamusca, Coruche, Portel, Porto e Seixal.

A partir de 1975 faz fotografia de teatro, com a Seiva Trupe do Porto, O Teatro de Animação de Setúbal, a Barraca e a Companhia de Teatro de Almada, entre outras.

Em 1991 dá um curso de animação fotográfica no Centro Artístico e Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian e inicia uma colaboração com a Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e a Revista do Centro Português de Design.

É co-autor da parte fotográfica de várias obras, nomeadamente do livro Chile o Muerte, do escritor chileno German Marín, editado no México, em 1974, pela Editorial Diógenes, livro incluído em El fotolibro latino-americano de Horacio Fernández, 2011, Editorial RM, México.

Participa na realização da capa e dá colaboração fotográfica na Fotobiografia de José Gomes Ferreira (2000), bem como no catálogo e na exposição fotográfica Operário das Palavras sobre José Gomes Ferreira, no Palácio das Galveias (2000-2001) e no catálogo da exposição “A Revolução é um Sonho” sobre o mesmo escritor, na Biblioteca-Museu da República e Resistência (2000-2001). Colabora na monografia de mestrado Imagens de Cena – Agenciar os Territórios de 1383 (2002) de Selda Soares.

Balleteatro

Hugo Calçada

Inês d’Orey

Ira Marconi

João Vladimiro

João Vladimiro (1981) integrou a companhia Circolando de 1999 a 2012. Foi criador e ator nos espetáculos: Caixa Insólita; Rabecas; Giroflé; Cavaterra, Charanga; Quarto Interior e Mansarda. Foi fotógrafo de cena e realizou os vídeos de cena para Casa-Abrigo e Areia.

Em 2009, colabora como criador/intérprete, com a coreógrafa Madalena Victorino nos espetáculos Vale e Flecha.
Em 2010 colabora, como bailarino, com a coreógrafa Karine Ponties no espetáculo Tuco. Estreou em Almada e a última representação foi em Bruxelas, 2011.

Em 2012, fez assistência de encenação para o espetáculo Salomé perdeu a Luz de Costanza Givone.
Em 2013, fez assistência de encenação para os espetáculos Santas de Roca de Costanza Givone e Alcovas Brancas de Ainhoa Vidal.

Em 2014, colabora, como intérprete e cocriador, no espetáculo Território de Joana Providência.

Também se envolveu na realização e escrita para cinema:
Foi convidado pela Fundação Calouste Gulbenkian, para desenvolver e escrever o documentário Jardim, sobre os Jardins da Fundação e o seu arquiteto Ribeiro Telles. O documentário está integrado na comemoração do 50º aniversário daquela instituição. Estreou no Doclisboa 2008 e foi exibido em vários Festivais internacionais como Fid Marseille e Mar de Plata (Argentina).

Em 2006, realizou a curta-metragem “Pé na Terra”.

Em 2008 leciona uma formação intensiva de 1 mês na área do documentário, na ilha de São Miguel, juntamente com Frederico Lobo, também fotógrafo de cena, e Tiago Hespanha.

Realizou e escreveu o filme Lacrau. Estreou em 2013, na décima edição do Festival IndieLisboa. Lacrau passa por festivais importantes como FID Marselha, Rio de Janeiro, Vienalle, Sevilha e outros.

O seu último filme, A Lã e a Neve, estreou em 2014, sobre a criação de um espetáculo de Madalena Victorino.

Em 2015 recebeu apoio do ICA para realizar a curta-metragem Do Berço prá Cova.

José Caldeira

José Pedro Fonseca Martins

José Pedro Fonseca Martins (S. João da Madeira, 1961) é fotógrafo e professor. O convívio desde a mais tenra idade com inúmero material fotográfico de seu pai – um apaixonado pela arte – bem como a sua influência foram motivos determinantes para o início da sua actividade sistemática como fotógrafo desde 1981. Faz orientação de workshop de fotografia, tendo feito a última orientação a 13 de Outubro de 2019 com o tema “CORPOS EM MOVIMENTO”, organizado em conjunto com “Devaneios – Delírios & Utopias” de Marta Ferreira e Acrobatic Project.

Desde 1981 participou em mais de três dezenas de exposições individuais e colectivas em Portugal e no estrangeiro. É autor premiado em inúmeros certames de fotografia e editado em alguns livros da especialidade. Possui ainda trabalhos publicados em revistas de fotografia nacionais e estrangeiras, em cartazes publicitários, em blogues, jornais e capas de livros. É o responsável pela criação, desenvolvimento e actualização do projecto fotográfico “Acrobatic Project” (https://www.facebook.com/AcrobaticProject) desde 03 de Abril de 2013 e mais recentemente do blog “4 Fotografias+1 Texto” em (https://jpedromartinsfotografia.wordpress.com). É o fotógrafo do Teatro Municipal de Vila do Conde, da LFA – Lafontana Formas Animadas | Companhia de Teatro, da Companhia “Coração nas Mãos” e dos espectáculos “Um porto para o Mundo”. Tem à sua responsabilidade a organização e curadoria do Foto VC, ciclo anual de exposições de fotografia que se realiza em Portugal, na cidade de Vila do Conde.