Filipe Figueiredo

Fotografia de Cena (em contexto de formação de Artes Performativas e Teatro Aberto). Fotojornalismo (Global Notícias) – Fotógrafo freelancer (publicidade – viagens – outros) 2004-2007.
Fotografia de autor.

Garizo do Carmo

Jorge Afonso Garizo do Carmo (1927-1997) nasceu na freguesia Santa Isabel, Lisboa. Viveu em Paris e Maputo, onde desenvolveu o interesse pela cerâmica e pelas artes gráficas. Foi jornalista redator-paginador, professor doLer mais…

J. Marques (José Marques)

José Marques (1924-2012), também conhecido por “Sr. Marques”, desenvolveu a atividade de fotógrafo de espetáculo a partir de 1949. Graças ao convite do ator Varela Silva, iniciou a sua carreira de fotógrafoLer mais…

Joana Dilão

Joana Dilão (Lisboa, 1978) fez o curso “A História e a Estética do Cinema” na IADE (1998); 1999 participou no Workshop de Realização de Documentários Criativos com Imagens de Arquivo ministrado por Malik Bensmail (1999) no Festival Internacional de Cinema de Avanca; participou no Workshop de fotografia de Cinema Ministrado por John Bayley na ESTC (2000); frequentou o Seminário “História das Ideias e das Imagens” ministrado por Ana Pinto (2001); frequentou o Curso de Fotografia Profissional na ETIC (1997-2000); Curso de Fotografia Comercial na ETIC (2000-2001); frequentou o Programa de Estudos Independentes, Artes Visuais da Associação Maumaus (2003-2007).

Joana contribuiu com fotografia para inúmeras publicações como para o Teatro Português Contemporâneo: Experimentalismo, Política e Utopia[Título Provisório] edição do TNDMII e da Bicho do Mato ou para o site Jogos Florais (poesia e crítica) onde também é responsável por trabalho vídeo. Participou também em exposições colectivas e individuais. Em 2001 ganhou o 3º prémio na área de fotografia da CenaD’arte

Quando iniciou a prática fotográfica em 1998 fazia fotografia de autor. Durante dois anos também fez fotojornalismo na área do ambiente e desde 2006 que faz fotografias de espetáculos. Enquanto fotógrafa de cena destaca-se o espectáculo “Top Models: Paula Sá Nogueira (um bestiário)” do Cão Solteiro, companhia da qual é produtora desde 2008. Desde 2009 Joana Dilão passou a conciliar o seu trabalho principal de produção com a fotografia de todos os espectáculos do Cão Solteiro.

João Lourenço

João Lourenço (1944) foi ator de teatro e cinema e fotógrafo de cena. Atualmente é encenador, diretor artístico e programador artístico do Teatro Aberto, Lisboa.

Em 1952, estreou-se na Rádio (Emissora Nacional) como intérprete. É um dos seus pioneiros da Televisão em Portugal‚ tendo durante anos participado em inúmeras peças e folhetins.

Em 1957, estreou-se, como ator, no Teatro Nacional D. Maria II, na peça D. Inez de Portugal, de Alexandre Casona, sendo ensaiado por Robles Monteiro. No ano seguinte, interpretou o protagonista do primeiro folhetim, Enquanto os Dias Passam, de Armando Vieira Pinto e realizado por Fernando Frazão. Foi produzido pela RTP e transmitido em direto.

Em 1959, ingressa no Teatro Nacional Popular (T.N.P.) no Trindade, companhia dirigida por Francisco Ribeiro.
Entre 1962 e 1963 trabalhou com a atriz brasileira Eva Todor e o dramaturgo Luiz Iglésias, no Teatro Variedades e numa vasta tournée pelo país.

Em 1963, estreia-se em cinema, na curta-metragem A Ribeira da Saudade, de João Mendes.
Colaborou pela primeira vez, em 1965, num espetáculo musical, o Paris Hotel de Georges Feydeau, no Teatro Monumental.

Em 1966, desloca-se ao Brasil com uma companhia de Vasco Morgado, atuando no Teatro Ginástico do Rio de Janeiro, onde toma contacto com o teatro brasileiro Arena-Oficina-Opinião.
Encontra outros atores também interessados em fugir ao teatro estabelecido, estatal ou empresarial. Assim, funda com Irene Cruz, Morais e Castro e Rui Mendes, uma sociedade de atores denominada “Grupo 4”. A sociedade era completamente independente dos circuitos comerciais, sem nenhum subsídio do Estado, atuando quase sempre no cinema Tivoli, sociedade essa que foi a vanguarda dos chamados “Grupos Independentes”.
O “Grupo 4” estreia o seu primeiro espetáculo, Knack, de Ann Jellicoe, no cinema Tivoli em 1967. A partir desse ano e com o “Grupo 4” interpreta e produz, entre outras, textos de: James Saunders; Eduardo Manet; Tankred Dorst; Slawomir Mrozek; Peter Handke; Xavier Pommeret e Peter Weiss.

Em 1970, ingressa como artista convidado no Teatro São Luiz numa nova companhia dirigida por Luiz Francisco Rebello.Em 1971, aceita um convite da Televisão brasileira para trabalhar durante 6 meses na «T.V. Rekord-canal 7» de S. Paulo na telenovela Os Deuses estão Mortos, de Lauro César Moniz.

Dois anos depois, estreia-se como encenador profissional, na peça Oh Papá Pobre Papá, de Arthur Kopit na Casa da Comédia.

Em 1974, um ano de mudança para a sua vida profissional, constrói com o “Grupo 4” um novo teatro, o “Teatro Aberto”, em Lisboa. Encena O Círculo de Giz Caucasiano, de Bertolt Brecht, para a inauguração do Teatro Aberto em 1976.

Afasta-se progressivamente da profissão de ator. Durante o seu percurso na representação, interpretou personagens, de vários textos de autores portugueses, como José Régio e de autores estrangeiros, entre os quais S. Beckett, W. Gibson, Shaw, W. Shakespeare, F.G. Lorca, Steinbeck, Molière, Goldoni, Beaumarchais, Lope de Vega, Neil Simon, Bertolt Brech e Stanisław Ignacy Witkiewicz.

Em 1978, é convidado pelo teatro Berliner Ensemble, dirigido por Manfred Wekwerth, para participar no coletivo de encenação da nova versão de Mãe Coragem e os Seus Filhos, de Bertolt Brecht.
Participa no Festival de Shakespeare, em Weimar, Alemanha.

Em 1982, funda e torna-se o diretor da companhia de teatro denominada Novo Grupo, que é a atual companhia residente do Teatro Aberto. A peça Oiçam Como Eu Respiro de Dario Fo, foi encenada por João Lourenço e inicia o percurso da Novo Grupo.
Em 1984, dirige no Teatro Aberto Ubu Português, um original escrito em conjunto com José Fanha e Vera San Payo de Lemos.
Em 1986, encena a peça Mãe Coragem e os Seus Filhos de Bertolt Brecht, foi coproduzida entre a Novo Grupo e o Teatro Nacional D. Maria II.

O XII Festival de Teatro de Setúbal (1987) é dedicado a João Lourenço. Em 1988, é convidado, pelo Brecht Zentrum para participar nas comemorações do 90º aniversário do nascimento de Bertolt Brecht. A versão fílmica de Mãe Coragem e os Seus Filhos, escrita por João Lourenço, foi inserida no Festival.

A convite da Embaixada dos Estados Unidos da América e do United States Information Service, desloca-se a New York e a New Haven – Universidade de Yale, em 1989, numa viagem de estudo para melhor conhecer a realidade do teatro americano.
Em 1991 participou na qualidade de encenador no Encontro de Escritores Galegos e Portugueses, em Santiago de Compostela, Espanha.

Em 1994 Leva à cena a peça Oleanna de David Mamet, no anfiteatro da Faculdade de Letras de Lisboa. Dirige a reposição da peça Oleanna no Teatro Aberto.
Em 1995,encena no Teatro Nacional, a coprodução entre o Novo Grupo e o Teatro Nacional D. Maria II da peça O Caminho Para Meca de Athol Fugard.
Em 2004,encenou no Teatro Aberto, a peça O Bobo e a sua Mulher esta Noite na Pancomédia de Botho Strauss. Foi uma coprodução entre o Novo Grupo e o Teatro Nacional S. João.

Ao longo da sua carreira na companhia Grupo Novo encenou textos dos dramaturgos: Anton Tchekov, Georges Feydeau, Friedrich Karl Waechter, Jim Cartwright, William Shakespeare, Dorothy Lane, Kurt Weill, Bernard-Marie Koltès, Sam Shepard, Eugene O´Neill, Botho Strauss, Jean Anouilh, Werner Schwab, Conor McPherson. Tankred Dorst, David Hare, Patrick Marber, Urs Widmer, Oliver Bukowski, Eric-Emmanuel Schmitt, Neil LaBute, Henrik Ibsen, Peter Turrini, Michael Frayn, Bruce Graha, Jaime Rocha, Händl Klaus, Tom Stoppard, Dea Loher, Yasmina Reza, Kate Fodor, Sofi Oksanen, John Logan, Arthur Miller, Nick Payne, Florian Zeller, Shelagh Delaney, Frank McGuiness, Michael Healey, Caryl Churchill e Lillian Hellman.

Atualmente faz parte do júri do Grande Prémio de Teatro Português e continua na direção artística do Teatro Aberto.

Tem uma vasta carreira de encenador de óperas:
Em 1985, encena, no Teatro Nacional de São Carlos, a ópera Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny de Kurt Weill e Bertolt Brecht, sendo coautor da versão portuguesa com Vera San Payo de Lemos e José Fanha.

Em 1990, encena a ópera A Voz Humana de Francis Poulenc, num espetáculo concebido por si em homenagem a Jean Cocteau com o título global de A Voz Humana: anos 30 anos 60.

Em 1992 e 2005, encena no Teatro Aberto, A Ópera de Três Vinténs de Bertolt Brecht e Kurt Weill.
Em 2002 encena a ópera Albert Herring de Benjamin Britten, com direção musical do maestro João Paulo Santos. No ano seguinte encena a ópera Notícias do Dia (Neues vom Tage) de Paul Hindemith, com direção musical do maestro João Paulo Santos.

Em 2004, encena a ópera de câmara Uma Questão de Confiança de Ernst Krenek.Em 2005,encena no Teatro Aberto A Ópera do Mendigo de John Gay e Benjamin Britten

Em 2006, encena, no Teatro Nacional de São Carlos, a ópera O Nariz de Dimitri Chostakovitch.

Em 2014, leva à cena, no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, a estreia mundial da ópera Três Mulheres com Máscara de Ferro de Augustina Bessa-Luís, com direção musical do maestro João Paulo Santos.

Em 1997,encena o thriller musical Sweeney Todd, O Terrivel Barbeiro de Fleet Street de Stephen Sondheim no Teatro Nacional D. Maria II. Foi uma coprodução entre o Novo Grupo, o Teatro Nacional D. Maria II e o Teatro Nacional de São Carlos. O musical volta a ser coproduzido pelo Novo Grupo e pelo Teatro Nacional D. Maria II em 2007.

Também se envolveu na realização e escrita para cinema e televisão:
Em 1989, escreve e realiza o filme Romeu e Julieta – Uma Peça em Construção, para a RTP.
Em 1990, escreve o roteiro da peça A Voz Humana para a RTP.
A nível televisivo, em 1999, foi o diretor de atores da minissérie A Hora da Liberdade, comemorativa da Revolução de 25 de Abril de 1974, para a estação de televisão SIC.

João Paulo Serafim

João Paulo Serafim (Paris, 1974) frequentou o Curso em Fotografia do Ar.Co (1993/96), frequentou o Curso Avançado de Artes Plásticas também no Ar.Co (1997). Em 2005 fez o Curso de Fotografia do programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. Fez estudos pós-graduados em Arte Multimédia da Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2013/14). O artista visual tem participado em dezenas de exposições em Portugal e no estrangeiro. Foram atribuídas a João Paulo Serafim várias Bolsas, entre as quais se podem destacar as Bolsas de Apoio à Criação da Fundação Calouste Gulbenkian (2005 e 2012). Venceu, entre vários outros, o Prémio do Público no FUSO_Festival de Video Art (2019). É formador na área da Fotografia e tem sido Conferencista em várias instituições (Ar.co, ETIC, IADE, Atelier de Lisboa, IPT, Hélice, Lusófona).

Colabora em criações de Teatro e Dança desde 2007, enquanto co-criador. É também responsável por manipulação visual ao vivo, pela documentação e registo dos espectáculos. É também intérprete. As companhias com quem colabora de forma regular são o Teatro do Vestido e o Nome Próprio. Faz também fotografia de Arquitectura e de Exposições.

João Pedro Barriga Martins

João Pedro Barriga Martins (1995) foi fotógrafo e videógrafo, na companhia 33 Ânimos, nas peças Corpo Futuro e Fake News: Naked Fews de Ricardo Cabaça, assim como fotógrafo no projeto “Conversas” do Arquivo 237.

Jorge Gonçalves

Jorge Gonçalves (1967) desempenhou funções na área do teatro, nomeadamente fotografia de cena.  Fotografou mais de 35 espetáculos da companhia Artistas Unidos.

Em Maio de 1994, em conjunto com Rui Palma, cria o Projeto “Amnésia Dança”, que continua sozinho desde 1996.

Trabalhou para vários coreógrafos, encenadores e estruturas de criação:
ACARTE / Centro de Arte Moderna (1999-2003), APA, Balleteatro, Companhia Clara Andermatt, Conceição Nunes, Companhia de Dança de Almada, Companhia Dança Contemporânea de Évora, Círculo Ar – Grupo de Movimento, Faculdade de Motrocidade Humana, João Fiadeiro/RE.AL., João Garcia Miguel/Olho, Jorge Silva Melo/Artistas Unidos, Olga Roriz, Companhia Paulo Ribeiro, TNDMII (2003) Victor Gama, VooArte, entre outros.

Tem efetuado a cobertura de vários eventos culturais, nomeadamente relacionados com a dança:
Festival Danças na Cidade, Skite 94/ RE.AL., V Aniversário da RE.AL. 95, Homenagens (Culturgest), Quinzenas de Dança de Almada, Mediterrâneos (Culturgest), LAB’S – Projectos em Movimento/RE.AL, “31 de Dezembro de 1999”/RE.AL., Festival X/Olho, Festival Mergulho no Futuro/Expo 98, “Dançar o que é nosso”/Danças na Cidade, “Lugar à Dança” I e II/VooArte, Encontros Acarte 1999-2003, Jazz em Agosto 2001.

Outras identidades e estruturas de criação com quem teve a oportunidade de trabalhar:
Alain Platel/Ballets Contemp. de la Belgique, Artservice International/ Robert Ashley, Art. M. Company, Barcelona Addictos, Barley Mackay – Green/Boardwalk, Blue White Dance Co., Balemodern Ankara, Blue Wing Dance Co., , Citemor, Canibalismo Cósmico, Companhia Dança Popular da Universidade Técnica, Companhia Clássica Contemporânea, Cia. Chameckilerner, Co. de Danza Bulubú, Cia. de Dança Itamar Sampaio, C.D.C. Dance Company, Cia. Nova Dança 4, Caixa de Imagens, Desperate Man, Dançarte, Dual Dance Project, Dance Housedance Co. Eli Villanger, Escola Superior de Dança, Guilherme Botelho/Aliás Co., Grupo Cena 11 Cia. De Dança, Grupo XPTO, Headlong Dance Theater, H., Mara Castillo/Backstage Co., Maria Radich, Monika Rebcova Dance, Márcia Milhazes Dança Contemp., Von Heiduck,Wax Factory, Woudi et Veronique (Kiosk), Zagreb Dance Co., Zbang Dance Co.

José Carlos Duarte

José Carlos Duarte (Castelo Branco, 1971), aka José Júpiter, vive e trabalha em Lisboa. Licenciado em “Engenharia de Informática” e com uma pós-graduação em “Fotografia, Projeto e Arte Contemporânea”, trabalha maioritariamente na área das “Tecnologias da Informação”. Como fotógrafo, colabora regularmente com a companhia mala voadora e com os coreógrafos João dos Santos Martins e Tiago Cadete. Produz também regularmente imagens para o Arquitecto José Capela no contexto do seu trabalho como cenógrafo e director artístico da mala voadora. Foi professor de fotografia e expõe de forma irregular o seu trabalho autoral desde 2009.

José Fabião

José Fabião (1950) nasceu e reside em Lisboa. É performer e fotógrafo, a sua formação na área da fotografia, especificamente no âmbito das artes performativas, é maioritariamente autodidata. 

Fotógrafo da Secretaria de estado da Cultura de 1976 a 1981. Desde 1981 até à atualidade, é professor na ETIC.

Fotografou desde 1979 de forma pontual, mas regularmente em grupos e companhias de performance e dança. Fez parte dos grupos de performance Diapositivos e Neon, criando as imagens para serem utilizadas nos espetáculos. Os registos fotográficos, para as companhias e performers de dança (entre eles Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Vera Mantero, Clara Andermat, Silvia Real), são usados principalmente para arquivo.
Fotógrafo da Secretaria de estado da Cultura de 1976 a 1981. Desde 1981 até à atualidade, é professor na ETIC.

Fotografou desde 1979 de forma pontual, mas regularmente em grupos e companhias de performance e dança. Fez parte dos grupos de performance Diapositivos e Neon, criando as imagens para serem utilizadas nos espetáculos. Os registos fotográficos, para as companhias e performers de dança (entre eles Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Vera Mantero, Clara Andermat, Silvia Real), são usados principalmente para arquivo.
José Fabião conta com várias publicações nas revistas Art Forum, Flash Art em catálogos vários, entre outros. Para além de ter participado em várias exposições colectivas, expôs na «Património o que é» do Mosteiro dos Jerónimos/SEC e em «Rock and Roll» da galeria Parthenon.

Fotógrafo da Secretaria de estado da Cultura de 1976 a 1981. Desde essa data até à actualidade, é professor na ETIC. Fotografou desde 1979 de forma pontual, mas regularmente grupos e companhias de performance e dança. Fez parte dos grupos de performance Diaspositivos e Neon criando as imagens para serem utilizadas nos espetáculos. Para as companhias e performers de dança (entre eles Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Vera Mantero, Clara Andermat, Silvia Real) os registos são de cena e usados principalmente para arquivo.