Algures
Eduardo Pinto
Eduardo Pinto (Anadia, 1981) é um fotógrafo autodidata que tem fotografado e filmado regularmente produções da companhia A Escola da Noite desde 2010. Eduardo Pinto também fotografa espectáculos de música ao vivo.
Fernando Alves
Fernando Alves (Leiria, 1969) é licenciado em Engenharia Física pela Universidade de Coimbra. A sua actividade como fotógrafo iniciou-se em 2015 tendo estudado, e desenvolvido projectos artísticos, no âmbito da Escola Informal de Fotografia [EIF] organizada e orientada pela fotógrafa Susana Paiva. Interessa-se por fotografia de espectáculo, tendo realizado trabalhos fotográficos, nomeadamente de ensaios, em colaboração com a Companhia Olga Roriz e com o festival CITEMOR.
Hugo Bernardo
Hugo Fernando Henriques Mendes Bernardo, nasceu a 18 de janeiro de 1979 nas Caldas da Rainha. Até aos dezoito anos estudou em Rio Maior, concelho de residência, onde completou o décimo segundo ano de escolaridade. Na cidade de Leiria, entre 1997 e 2001, formou-se em Primeiro Ciclo e Educação Física.
Concluída a licenciatura, lecionou em algumas escolas do distrito de Lisboa e, em 2003, aventurou-se pelo arquipélago dos Açores, tendo sido colocado na ilha do Pico, abraçando os desafios inerentes. Atualmente, reside na ilha Terceira e, desde 2007, que é docente na Escola Básica e Secundária Tomás de Borba. Foi nesta ilha que, em 2016, se iniciou no mundo fotográfico através da Formação Inicial em Fotografia. Desde então, tem participado em formações complementares no âmbito da fotografia de Retrato, de Rua, de Arquitetura, e também, de Edição. O seus grandes fascínios são fotografar histórias e performances de Dança, registando as emoções por elas evidenciadas.
Efetuou vários registos fotográficos em viagens pelas ilhas açorianas, em estadias em diferentes continentes, bem como em espetáculos musicais, teatrais, entre outros eventos locais e, também histórias de casamentos e batizados.
José Carlos Duarte
José Carlos Duarte (Castelo Branco, 1971), aka José Júpiter, vive e trabalha em Lisboa. Licenciado em “Engenharia de Informática” e com uma pós-graduação em “Fotografia, Projeto e Arte Contemporânea”, trabalha maioritariamente na área das “Tecnologias da Informação”. Como fotógrafo, colabora regularmente com a companhia mala voadora e com os coreógrafos João dos Santos Martins e Tiago Cadete. Produz também regularmente imagens para o Arquitecto José Capela no contexto do seu trabalho como cenógrafo e director artístico da mala voadora. Foi professor de fotografia e expõe de forma irregular o seu trabalho autoral desde 2009.
José Fabião
José Fabião (1950) nasceu e reside em Lisboa. É performer e fotógrafo, a sua formação na área da fotografia, especificamente no âmbito das artes performativas, é maioritariamente autodidata.
Fotógrafo da Secretaria de estado da Cultura de 1976 a 1981. Desde 1981 até à atualidade, é professor na ETIC.
Fotografou desde 1979 de forma pontual, mas regularmente em grupos e companhias de performance e dança. Fez parte dos grupos de performance Diapositivos e Neon, criando as imagens para serem utilizadas nos espetáculos. Os registos fotográficos, para as companhias e performers de dança (entre eles Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Vera Mantero, Clara Andermat, Silvia Real), são usados principalmente para arquivo.
Fotógrafo da Secretaria de estado da Cultura de 1976 a 1981. Desde 1981 até à atualidade, é professor na ETIC.
Fotografou desde 1979 de forma pontual, mas regularmente em grupos e companhias de performance e dança. Fez parte dos grupos de performance Diapositivos e Neon, criando as imagens para serem utilizadas nos espetáculos. Os registos fotográficos, para as companhias e performers de dança (entre eles Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Vera Mantero, Clara Andermat, Silvia Real), são usados principalmente para arquivo.
José Fabião conta com várias publicações nas revistas Art Forum, Flash Art em catálogos vários, entre outros. Para além de ter participado em várias exposições colectivas, expôs na «Património o que é» do Mosteiro dos Jerónimos/SEC e em «Rock and Roll» da galeria Parthenon.
Fotógrafo da Secretaria de estado da Cultura de 1976 a 1981. Desde essa data até à actualidade, é professor na ETIC. Fotografou desde 1979 de forma pontual, mas regularmente grupos e companhias de performance e dança. Fez parte dos grupos de performance Diaspositivos e Neon criando as imagens para serem utilizadas nos espetáculos. Para as companhias e performers de dança (entre eles Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Vera Mantero, Clara Andermat, Silvia Real) os registos são de cena e usados principalmente para arquivo.
Magda Fernandes
Magda Fernandes (Porto, 1981) é uma artista visual e membro do atelier/coletivo Imagerie desde a sua fundação em 2008, onde desenvolve trabalho autoral, educativo, editorial e de pesquisa, com foco na área da fotografia experimental e dos processos alternativos. Frequentou o Curso de Fotografia e Laboratório a Preto e Branco Kamera Photo com João Carvalho de Sousa (2000), o Curso Profissional de fotografia do IPF (2005), com estágio profissional em fotografia de cena, e o Curso de desenvolvimento de projeto da Escola Informal de Fotografia de Espectáculo com Susana Paiva (2014).
Destacam-se os seus projetos na área da formação em parceria com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, o MUHNAC, a Trienal de Arquitetura, o Centro de Experimentação Artística do Vale da Amoreira ou a Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger.
Na área da edição independente, tem projetos como editora e autora de publicações (Coleção TOSCA, Arquivo das Imagens Não Vistas) e livros de artista (Coleção Conto Azul), patentes em coleções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro. Na área da publicação, destacam-se ainda colaborações com projetos fotográficos e/ou textos, com a revista de literatura ibero-americana Philos (Brasil), a revista Hand, Magazine for reproduction based art (EUA), a revista de fotografia contemporânea Propeller, a editora independente Huggly Books ou a editora Companhia das Ilhas (Portugal). Como autora de projetos fotográficos, tem trabalhos expostos individualmente em Lisboa, Amarante, Barreiro e Ponta Delgada e em coletivas em Setúbal, Porto, Vila do Conde, Lisboa, Espanha, México, EUA, Peru e Colômbia.
No âmbito das artes performativas fotografou pontualmente o Teatro da Garagem, o Teatro GRIOT e espetáculos do coreógrafo Luiz Antunes.
Margarida Araújo
Margarida Araújo (Lisboa, 1956) é formada em História tem vindo a dividir a sua vida profissional entre o ensino e a investigação. Neste âmbito tem desenvolvido estudos ligados à História da Cerâmica e da Azulejaria, à História da Fotografia, à História Local e à defesa do Património (membro fundador do PH -Associação Património Histórico). Paralelamente tem dedicado parte do seu tempo livre a fotografar. Não possuindo formação específica neste domínio tem aperfeiçoado gostos e conhecimentos técnicos com fotógrafos profissionais e amadores (Workshop de Retrato com Nanã Sousa Dias, 2005). Hoje em dia realiza diversos trabalhos profissionais e expõe regularmente. É membro fundador da Associação f2.8 – Colectivo Fotográfico. Tem obtido prémios em diversos concursos, participado em inúmeras exposições e publicações. Para além do trabalho de fotografia e vídeo nas artes performativas, maioritariamente em colaboração com o Teatro da Rainha, produz fotografia de autor, fotografia por encomenda e fotografias de produto (para museus ou colecções privadas).
Margarida Neves
Maria Margarida Neves (Lisboa, 1967) frequentou o Curso Profissional de Fotografia da Associação Portuguesa de Arte Fotográfica (2018) e a 10ª edição do Workshop de Narrativas Fotográficas no Intendente, coordenado por Pauliana Valente Pimentel (2019), do qual resultou o projecto fotográfico “Artes Gráficas JMA Lda.”.
Maria Margarida Neves faz fotografia documental de ensaios de peças de teatro em colaboração com a Nova Companhia e elabora textos críticos de exposições fotográficas, publicados no sítio web da Associação Portuguesa de Arte Fotográfica.
Valter Vinagre
Valter Vinagre (1954, Anadia) é um fotógrafo português que produz imagens sobre a realidade sem se limitar a tipologias ou temas definidos. O lugar da cidade, a viagem e a paisagem podem ser motivos da sua fotografia, mas não a determinam. Submetem-se antes a uma reflexão e a um discurso sobre o real, num jogo onde se revelam e ocultam metáforas, retratos e gestos. Esta abordagem, distante do registo documental, pode ser encontrada em trabalhos como Carta do Sentir ,Para, Olha, ou em Bored In Usa, Pensaram matar o bicho ficou a peçonha, Posto de trabalho e Sob o Signo da Lua, Da natureza das coisas, Animais de estimação ou, ainda, em 7retratos.7paisagens enquanto retrato , Corações ao alto e Homem morto passou aqui, os seus trabalhos mais recentes.
Valter Vinagre recebeu em 1999 o prémio da 6.ª Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira com a série “ Corpu insanu” e em 2016 o Prémio Autores 2016 da Sociedade Portuguesa de Autores. Melhor Trabalho de Fotografia com a série “Posto de trabalho”
Em 2015 realizou o filme Espera , apresentado com a Exposição “Posto de trabalho” no Museu da Electricidade/MAAT em Lisboa.