Periodo de actividade
Ínicio: 2009 | Fim: Em curso
Área geográfica: Distrito de Viseu
Géneros de actividade dominante: Teatro

Contactos
Morada: Rua do Fojo- 56, Canas de Senhorim
email: amarelosilvestre@gmail.com
website: https://www.amarelosilvestre.com/

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Fonte:

Constituída em 2009, a companhia de teatro Amarelo Silvestre concretiza as suas actividades a partir de Canas de Senhorim, Município de Nelas. Teatro contemporâneo criado em contexto semi-urbano, atento ao mundo e à vida. Destaque para a dramaturgia em língua portuguesa e para o corpo coreográfico do actor em cena. Palavra e corpo: dois pilares do propósito artístico da Amarelo Silvestre. A direcção artística é assegurada por Fernando Giestas e Rafaela Santos. Susana Loio, Liliana Rodrigues e Ana Verónica Dias são as responsáveis pela gestão financeira, produção executiva e comunicação. No triénio 2020-2022, a Amarelo Silvestre é co-financiada pela Direcção-Geral das Artes. Espectáculos estreados -“Fluxodrama”, produção Amarelo Silvestre; estreia 9 e 10 de Outubro de 2020 no Convento de São Francisco em Coimbra; co-financiamento da Direcção-Geral das Artes, no âmbito do apoio bienal à Amarelo Silvestre; – “Engolir Sapos”, co-produção Amarelo Silvestre, Teatro Municipal do Porto, Teatro Viriato e Centro de Arte de Ovar; outras apresentações previstas: Auditório dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim e Casa da Cultura de Ílhavo; residências de criação em 2018 (ZDB, Citemor, Casa da Cultura de Ílhavo, Centro de Arte de Ovar, Teatro Viriato, As Casas do Visconde); estreia Março de 2019; co-financiamento da Direcção-Geral das Artes, no âmbito do apoio bienal à Amarelo Silvestre; – “Sementes”, co-produção Amarelo Silvestre e Comédias do Minho; estreia Novembro de 2018; co-financiamento da Direcção-Geral das Artes, no âmbito do apoio bienal à Amarelo Silvestre; – “Guardar Segredo”, co-produção Amarelo Silvestre e Câmara Municipal de Nelas; estreia Julho de 2018; co-financiamento da Direcção-Geral das Artes, no âmbito do apoio bienal à Amarelo Silvestre; – “Canas 44”, co-produção Amarelo Silvestre, Nome Próprio, Teatro Nacional D. Maria II, Centro de Arte de Ovar e Câmara Municipal de Nelas, com direcção de Victor Hugo Pontes; estreia Outubro 2017 no Auditório dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim; projecto co-financiado pela Direcção-Geral das Artes; – “Mina”, co-produção Amarelo Silvestre, Fundação Lapa do Lobo e Câmara Municipal de Nelas; estreia Dezembro 2016 nas Minas da Urgeiriça, Canas de Senhorim; espectáculo com a comunidade do Município de Nelas; projecto co-financiado pela Direcção-Geral das Artes; – “Museu da Existência”, co-produção Amarelo Silvestre, Teatro Viriato e Centro Cultural Vila Flor; estreia Abril 2016 no Clube de Viseu – TeatroViriato (Viseu); projecto co-financiado pelaDirecção-Geral das Artes; – “o que é que o pai não te contou da guerra?”, co-produção Amarelo Silvestre e Teatro Nacional São João, encenação de Rogério de Carvalho, estreia Março 2015 no Teatro Carlos Alberto (Porto); residência artística co-financiada pela Direcção-Geral das Artes, em 2014; – “Sangue na Guelra”, co-produção Amarelo Silvestre e Teatro Viriato, encenação de Rogério de Carvalho, estreia Outubro 2013 no Teatro Viriato (Viseu); projecto co-financiado pela Direcção-Geral das Artes, no âmbito de Apoio Anual (2013) à Amarelo Silvestre; – texto do espectáculo, intitulado Sangue na Guerra/Guelra/Guerra, publicado na colectânea “Oficina de Escrita Odisseia: textos escolhidos”, coordenação de Jean-Pierre Sarrazac e Alexandra Moreira da Silva, edição do Teatro Nacional São João (2011); – “Mar Alto Atrás da Porta”, produção Amarelo Silvestre, estreia Março 2013 em São Paulo, Brasil, no Galpão do Folias; projecto co-financiado pela Direcção Geral das Artes e Fundação Calouste Gulbenkian; – “Raiz de Memória”, co-produção Amarelo Silvestre e Teatro Viriato, estreia Julho 2012 no Teatro Viriato (Viseu), com utentes do lar de idosos e do centro de dia da Associação de Solidariedade Social da Freguesia de Abraveses; – ”João Torto”, co-produção Amarelo Silvestre, Teatro Nacional D. Maria II e Fundação Lapa do Lobo, estreia Março 2012 no Teatro Nacional D. Maria II; residência artística co-financiada pela Direcção-Geral das Artes, em 2011;- texto do espectáculo publicado pela editora Bicho do Mato, em parceria com o TNDMII (2012); – “Sonhos Rotos”, co-produção Amarelo Silvestre e Almagro Off – Festival Internacional de Teatro Clássico de Almagro (Espanha); estreia Julho 2011 – o júri de Almagro Off distinguiu “Sonhos Rotos” com uma Menção Especial, pelo “atrevimento experimental na abordagem aos clássicos, pela originalidade da apresentação e da própria história e pela fabulosa qualidade dos intérpretes e da encenação”; – “Mulher Mim”, co-produção Amarelo Silvestre, Teatro Viriato e Centro Cultural Vila Flor; estreia Março 2010 no Teatro Viriato (Viseu); projecto co-financiado pela Direcção-Geral das Artes. Outras iniciativas – “Memória Post-it” e “Memória Microfone” – recolha de memórias escritas e afixadas em post-its e ditas ao microfone, na inauguração do Convento do Carmo, Torres Novas, Julho de 2017; – “Migrar” – percurso migrante pelas ruas de uma cidade/vila; produção Amarelo Silvestre, estreia Novembro 2012 em Ovar, programação associação cultural LaFinTerrible; apresentações em Ílhavo (Centro Cultural de Ílhavo), Torres Novas (Teatro Virgínia), Guimarães (Centro Cultural Vila Flor), Porto (Fundação de Serralves), Oliveira do Bairro (Quartel das Artes); – Encenação e Escrita de monólogos a partir de histórias de Ílhavo, no Festival Rádio Faneca, Casa da Cultura de Ílhavo, Junho de 2017; – Encenação e Dramaturgia dos Grupos de Teatro Juvenil e Maior de Idade do Teatro Virgínia, Torres Novas, entre 2015 e 2017; – Residências de Escrita para Teatro, em Canas de Senhorim, ao longo de 2013, com os dramaturgos Fernando Giestas, Jorge Palinhos e Sandra Pinheiro, e com a argumentista Jeanne Waltz; – A_gosto da Cidade – actividade de concretizações artísticas inusitadas em espaço público (exemplos da “Exposição Andante” – obras de artistas plásticos mostradas em mão, por voluntários, nas ruas da cidade, e do “Concerto na Varanda” – actuações musicais a partir de varandas de casas particulares da cidade), em Viseu, entre 2009 e 2013, e em Canas de Senhorim, em 2014.

Relações com a fotografia

Utilização prioritária da fotografia: Fotografia de ensaio geral / estreia, Documentação de ensaios, Participação no processo criativo - fotografias para a cenografia / dramaturgia, Participação no processo criativo - desenvolvimento da criação com recurso à fotografia, Fotografia para comuni
Por norma, a fotografia é o registo de ensaios e de criação para efeitos de arquivo e de comunicação. Actualmente, temos em desenvolvimento um projecto que ali o Teatro e a Fotografia: SINOPSE de um projecto para 10 anos Diário de uma República I Que Teat
Regimes de colaboração com fotógrafos: Freelancer
Relação prioritária com fotógrafos: Privilegia relações de continuidade / exclusividade com um fotógrafo

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Estado do arquivo: Sem organização
Tipo de material: Ficheiros digitais

Colaborações com fotografos

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